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Governo Lula cria sistema para monitorar fake news contra população LGBT

Governo Lula cria sistema para monitorar fake news contra população LGBT

Projeto financiado por emendas da deputada Erika Hilton visa monitorar e combater desinformação contra LGBTQIA+ no Paraná

O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, sob o governo Lula, firmou um termo de fomento no valor de R$ 300 mil com a Aliança Nacional LGBTI, sediada em Curitiba, Paraná. O objetivo é desenvolver uma plataforma digital para monitorar fake news e discursos de ódio direcionados à população LGBTQIA+.

Este projeto, chamado de “Plataforma do Respeito”, será financiado por emendas parlamentares da deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) e terá vigência inicial de 18 meses, com possibilidade de prorrogação. O valor será repassado em parcela única e o ministério acompanhará a execução por meio de relatórios técnicos e visitas, garantindo o uso correto dos recursos.

Como funcionará o monitoramento

A iniciativa prevê o uso de ferramentas tecnológicas que analisarão conteúdos veiculados nas redes sociais e aplicativos, rastreando informações falsas e ataques contra pessoas LGBTQIA+. A entidade responsável deverá apresentar relatórios anuais e finais, com documentação comprobatória, como registros audiovisuais e listas de presença.

Além disso, o termo de fomento prevê sanções e suspensão dos repasses em caso de irregularidades, reforçando o compromisso com a transparência e efetividade do projeto.

Rede de organizações e verba bilionária

Dados públicos indicam que o Ministério dos Direitos Humanos tem destinado quase R$ 6 milhões entre 2022 e 2025 a entidades ligadas à mesma rede curitibana, que reúne oito organizações interligadas por vínculos de gestão e endereço, incluindo a Aliança Nacional LGBTI, Grupo Dignidade, Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT) e outras.

Essa concentração institucional, com diversas ONGs operando no mesmo endereço e compartilhando dirigentes, tem sido apontada por auditores como um caso de endogamia institucional. Questionamentos já surgiram sobre a real efetividade da “Plataforma do Respeito”, que até o momento apresenta como principal resultado um perfil no Instagram, sem metodologia clara para checagem de fatos ou relatórios de impacto relevantes.

Repercussão e críticas

Publicações da plataforma chegaram a criticar grupos feministas como a Associação Matria e o coletivo Mulheres Jornalistas, o que gerou pedidos de auditoria para avaliar a execução do convênio e a compatibilidade das ações com o objetivo do fomento.

Este movimento do governo Lula reflete uma política ativa de combate à desinformação e preconceito contra a comunidade LGBTQIA+, mas também levanta debates sobre o uso de recursos públicos e a transparência das organizações que recebem esses fundos.

Em meio a esse contexto, a população LGBTQIA+ do Paraná e do Brasil observa atentamente como essa iniciativa poderá impactar a luta contra o discurso de ódio e a disseminação de notícias falsas, temas que atingem diretamente a segurança e o respeito aos direitos humanos dessa comunidade.

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