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Holly Johnson e a arte de reinventar chapéus: do hobby à fama global

Holly Johnson e a arte de reinventar chapéus: do hobby à fama global

Autodidata cria chapéus únicos que conquistam fãs e celebridades ao redor do mundo

Holly Johnson descobriu sua paixão por chapéus de maneira inesperada, transformando um hobby em uma verdadeira jornada criativa e de sucesso. Antes da pandemia, ela começou a fabricar chapéus de feltro do zero, e hoje sua marca, HoJo Hattery, tem alcance mundial, conquistando clientes em países como Dinamarca, Noruega, Islândia, Alemanha, Itália, Turquia e Marrocos.

Com um estilo único, seus chapéus vão do formato de cogumelo a crânios moldados, atendendo a públicos diversos, desde mágicos de Las Vegas até cachorros de filmes. Holly conta que é emocionante enviar suas criações para diferentes culturas e imaginar quem as está usando e em que ocasiões.

Do aprendizado pela internet ao reconhecimento internacional

Autodidata, Holly aprendeu a arte da chapelaria assistindo vídeos online. Inicialmente, suas tentativas envolviam chapéus de papelão e espuma, bastante improvisados. Porém, durante o período de isolamento, quando ficou afastada do trabalho, se dedicou diariamente à técnica, aperfeiçoando o acabamento e a qualidade de suas peças.

O negócio começou na sala de casa, onde ela e o parceiro trabalhavam, até se estabelecerem em Newcastle-under-Lyme, Staffordshire, uma cidade com rica tradição na fabricação de chapéus nos séculos XVII e XVIII. Esse resgate histórico inspirou ainda mais Holly a se aprofundar no ofício.

Comissões especiais e o sonho de vestir Beyoncé

Entre os projetos recentes está a criação dos troféus para o Music Awards of Staffordshire and Cheshire, mini chapéus inspirados no icônico modelo usado pelo guitarrista Slash, da banda Guns N’ Roses. Cada detalhe é feito manualmente, desde as costuras internas até os adornos.

Além disso, Holly já confeccionou peças para um mágico de Las Vegas, que pediu um chapéu fedora com design de crânio e mecanismos para truques, e até um chapéu bicorne para um cachorro que participou do filme Napoleão. O animal não usou o chapéu nas filmagens, mas posou para fotos com a peça, arrancando risadas.

Hoje, cerca de 75% das vendas são para os Estados Unidos, um mercado que Holly acredita ter uma paixão maior por chapéus. Ainda assim, ela mantém um sonho especial: ver uma de suas criações adornar a cabeça da diva Beyoncé. Enquanto espera esse momento, ela se diverte experimentando formatos ousados e criando chapéus enormes e excêntricos, pronta para surpreender qualquer celebridade.

O impacto cultural e a representatividade na arte

Holly Johnson é um exemplo inspirador para a comunidade LGBTQIA+, mostrando que a autenticidade e a paixão podem transformar vidas. Sua trajetória, marcada por aprendizado autodidata e pela valorização da história local, celebra a criatividade sem amarras. Ao criar chapéus que cruzam fronteiras e estilos, ela amplia o conceito de beleza e expressão, contribuindo para um mundo mais diverso e acolhedor.

Além disso, sua arte reforça a importância de espaços inclusivos na moda e na cultura, onde identidades plurais possam se reconhecer e brilhar. O chapéu, acessório muitas vezes subestimado, torna-se aqui símbolo de empoderamento e liberdade, uma coroa para todos que desejam afirmar sua singularidade no mundo.

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