Kelvin Evans é acusado de invadir carro e roubar arquivos com músicas e planos do show da diva pop
Um homem chamado Kelvin Evans foi indiciado por um grande júri no condado de Fulton, na Geórgia, acusado de invadir um veículo e roubar discos rígidos contendo músicas inéditas da cantora Beyoncé, além de materiais relacionados à sua próxima turnê, a Cowboy Carter Tour.
Segundo o documento oficial, Evans teria entrado num Jeep Wagoneer alugado, que pertencia a Christopher Grant, coreógrafo de Beyoncé, no dia 8 de julho. Durante a invasão, ele quebrou uma das janelas do carro com a intenção de cometer o furto.
Após o incidente, Grant percebeu o dano no vidro e o desaparecimento de vários itens, incluindo duas malas e os discos rígidos que armazenavam músicas com marca d’água, gravações inéditas, planos para o show e listas de músicas usadas e futuras. Esses arquivos são fundamentais para a produção do espetáculo em Atlanta, cidade-sede da turnê.
A polícia conseguiu rastrear um laptop e fones de ouvido AirPods Max, também roubados, por meio do sinal emitido pelos aparelhos, o que ajudou nas investigações. Testemunhas e câmeras próximas ao local também colaboraram para identificar o suspeito.
Evans foi preso pela polícia de Hapeville em 26 de agosto e encaminhado para a cadeia do condado de Fulton. Até o momento, os itens roubados não foram recuperados.
Este caso reforça a vulnerabilidade dos bastidores de grandes produções artísticas, especialmente quando envolve artistas LGBTQIA+ e suas equipes, que muitas vezes enfrentam desafios extras para proteger seu trabalho e legado contra crimes que ameaçam sua expressão e criatividade.
O episódio expõe a importância de maior segurança e apoio para as equipes que fazem a magia acontecer por trás dos palcos, garantindo que a arte continue sendo um espaço de resistência e representatividade para nossa comunidade.
As autoridades seguem investigando o caso, e nenhuma declaração oficial foi divulgada até o momento por Beyoncé ou seus representantes.
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