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Homem que ajudou no atentado de Ariana Grande é acusado de tentativa de assassinato

Homem que ajudou no atentado de Ariana Grande é acusado de tentativa de assassinato

Hashem Abedi, condenado pelo ataque em Manchester, agora responde por agressão a agentes penitenciários em prisão britânica

Hashem Abedi, conhecido por seu envolvimento no atentado terrorista durante o show de Ariana Grande em Manchester, Inglaterra, enfrenta agora novas acusações que ampliam ainda mais seu histórico criminal. Condenado em 2020 a cumprir pelo menos 55 anos de prisão por ter ajudado a planejar o ataque suicida que chocou o mundo em 2017, Abedi foi acusado de três tentativas de assassinato após ter agredido violentamente agentes penitenciários.

O incidente ocorreu em 11 de abril na prisão de segurança máxima HMP Frankland, onde Abedi supostamente atacou quatro guardas usando facas improvisadas e até óleo quente, conforme apurado pela imprensa britânica. Três dos agentes ficaram gravemente feridos e precisaram ser hospitalizados. Além disso, ele responde pela posse não autorizada das armas brancas usadas no ataque.

Repercussão e medidas adotadas

Após o episódio, Hashem Abedi foi transferido para outra unidade prisional e passará a ser processado sob as leis de contraterrorismo do Reino Unido, o que implica que o ataque será tratado como motivado por terrorismo. As autoridades locais, incluindo a polícia antiterrorismo e a administração penitenciária, realizaram uma investigação completa do caso. Apesar disso, familiares das vítimas do atentado original criticaram a condução e a transparência do processo, que inclui uma revisão independente anunciada pelo Ministério da Justiça.

Contexto do atentado de Manchester

O atentado no Manchester Arena aconteceu em 22 de maio de 2017, quando Salman Abedi, irmão mais velho de Hashem, detonou uma bomba caseira em meio ao público que saía do show da cantora Ariana Grande. O ataque causou a morte de 22 pessoas e deixou mais de mil feridos, deixando marcas profundas na comunidade LGBTQIA+ e em toda a sociedade, que se uniu contra o ódio e a violência.

Durante o julgamento, foi revelado que os irmãos Abedi passaram meses planejando, comprando e transportando explosivos antes do ataque. O juiz responsável afirmou que Hashem era tão culpado quanto seu irmão, e ele foi condenado por múltiplas acusações de assassinato e conspiração para causar explosões.

O impacto para a comunidade e o legado da memória

Esse novo capítulo envolvendo Hashem Abedi reacende a lembrança do devastador atentado e reforça a necessidade de vigilância e solidariedade em tempos tão complexos. Para a comunidade LGBTQIA+, que viu naquele evento um ataque contra um espaço de expressão e celebração, a luta pela justiça e pela memória das vítimas permanece viva.

A importância de acompanhar casos como esse não é apenas jurídica, mas humana: entender as consequências do terrorismo, o impacto nas vítimas e na sociedade, e reafirmar a necessidade de empatia e proteção aos espaços seguros para todas as identidades.

Abedi deve comparecer ao tribunal de Westminster no dia 18 de setembro para responder às novas acusações. Enquanto isso, seu caso segue como um lembrete doloroso do quanto o extremismo pode ferir e da importância de fortalecer a união contra o ódio.

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