Drama criminal que revela os bastidores da família Gucci deixará a plataforma no dia 12 de março de 2026
O aclamado drama criminal biográfico House of Gucci, estrelado por Lady Gaga, deixará a Netflix no próximo dia 12 de março de 2026. O filme retrata os eventos reais que culminaram na perda do controle da família Gucci sobre a icônica marca de luxo e no assassinato de Maurizio Gucci.
Uma história de ambição, poder e tragédia
Ambientado no final da década de 1970, o longa acompanha Patrizia Reggiani (Lady Gaga), que se casa com Maurizio Gucci, herdeiro da renomada grife italiana. Movida por uma ambição feroz, Patrizia mergulha em uma teia de traições e disputas familiares que acabam levando a consequências trágicas, incluindo a morte de Maurizio.
Baseado no livro de Sara Gay Forden, “The House of Gucci: A Sensational Story of Murder, Madness, Glamour, and Greed”, o filme traz um elenco estelar, com nomes como Adam Driver, Jared Leto, Jeremy Irons e Al Pacino. Lançado nos cinemas em novembro de 2021, recebeu críticas mistas a positivas e conquistou mais de 153 milhões de dólares mundialmente.
Lady Gaga e sua imersão no papel
Para dar vida à complexa Patrizia Reggiani, Lady Gaga adotou uma preparação intensa: viveu como a personagem por 18 meses, falando com sotaque italiano durante nove meses seguidos. Essa dedicação extrema ajudou a cantora e atriz a incorporar a ambição e as nuances da mulher que marcou a história da moda e do crime.
Polêmicas e reflexões
Apesar do sucesso, o filme enfrentou críticas da própria família Gucci, que acusou a produção de explorar sua história para lucro. O diretor Ridley Scott rebateu, lembrando dos episódios reais de assassinato e prisões, e ressaltou que a história, uma vez pública, transcende interesses particulares.
Com a saída da Netflix, House of Gucci deixa um legado de debate sobre poder, ambição e identidade, temas que ressoam especialmente dentro da comunidade LGBTQIA+, que frequentemente busca narrativas complexas e multifacetadas sobre identidade e luta por espaço.
Este filme não é apenas um relato sobre moda e crime, mas uma poderosa reflexão sobre como mulheres ambiciosas, mesmo em contextos hostis, desafiam estruturas e deixam marcas profundas. Para o público LGBTQIA+, a história de Patrizia Reggiani pode servir de espelho para as batalhas internas e externas que muitos enfrentam para afirmar sua presença e poder em sociedades muitas vezes excludentes.
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