Festival na Pedreira Paulo Leminski reuniu ícones nacionais e internacionais da cena emo e pop punk em um dia inesquecível
Em um sábado inesquecível, Curitiba foi palco do I Wanna Be Tour 2025, um festival que celebrou o melhor da cena emo e pop punk, reunindo grandes nomes que marcaram gerações e continuam conquistando fãs fiéis. A Pedreira Paulo Leminski pulsou com energia, nostalgia e muita emoção durante cerca de 12 horas de shows que atravessaram o dia e a noite.
Um mergulho na essência do emo e pop punk
A programação começou às 11h, dividida em dois palcos que se alternavam para manter o ritmo intenso. No palco “It’s a Lifestyle”, a banda Fake Number abriu as apresentações, seguida por Glória no palco “It’s Not a Phase” – nomes que representam a vitalidade da cena nacional. A partir daí, a mistura de veteranos e novidades só cresceu.
O britânico Neck Deep incendiou a Pedreira às 12h35, abrindo a série de shows internacionais. Em seguida, o Story Of The Year trouxe uma notícia especial aos fãs: o aguardado novo álbum está praticamente pronto, prometendo novidades que manterão viva a chama do emo. Com bom humor e energia, a banda voltou ao Brasil após 12 anos, mostrando que a paixão pelo gênero é atemporal.
Outra presença constante e querida no Brasil, The Maine, realizou seu 29º show no país, mantendo uma conexão genuína com o público. Em um momento inesquecível, o vocalista John O’Callaghan convidou um fã para cantar junto, simbolizando a reciprocidade entre artistas e plateia.
Performances que marcaram a noite
À medida que o sol se punha, o clima de nostalgia e festa só aumentava. O Forfun trouxe uma mistura contagiante de pop rock e reggae, lembrando que Curitiba sempre foi uma cidade especial para o grupo. A Fresno emocionou com uma apresentação carregada de história, onde o vocalista Lucas Silveira relembrou o início da banda e passeou por grandes sucessos que embalaram diferentes fases dos fãs.
O Yellowcard, por sua vez, misturou clássicos atemporais como “Ocean Avenue” com faixas do novo álbum “Better Days”, previsto para outubro, mostrando que a cena continua viva e renovada.
Um dos momentos mais aguardados foi o retorno do Good Charlotte, que não visitava o Brasil desde 2004. Com um palco cuidadosamente montado e uma interação calorosa, Joel Madden e seus companheiros revisitaram clássicos e apresentaram músicas do recente “Motel Du Cap”. A plateia vibrou intensamente, lembrando a força duradoura da banda.
Fechamento épico com Fall Out Boy
O encerramento da noite ficou por conta do Fall Out Boy, que fez sua estreia em Curitiba com um show que misturou hits consagrados e faixas do álbum “So Much (For) Stardust” (2023). A surpresa ficou por conta da escolha de uma música pelo público, a b-side “G.I.N.A.S.F.S.”, para o deleite dos fãs mais dedicados.
Com momentos de pura emoção, Patrick Stump e Pete Wentz agradeceram o carinho do público brasileiro, enquanto fogos de artifício e papel picado coloriram o céu da Pedreira Paulo Leminski, encerrando uma edição histórica do I Wanna Be Tour 2025.
Próxima parada: São Paulo
Depois de agitar Curitiba, o festival segue para São Paulo, no Allianz Parque, no dia 30 de agosto. Com o mesmo line-up e palcos, a capital paulista promete viver a mesma magia e celebrar a representatividade e força da cena emo e pop punk nacional e internacional.
O I Wanna Be Tour 2025 reafirma a vitalidade e a importância da cultura emo para a comunidade LGBTQIA+, trazendo identidade, emoção e pertencimento em cada acorde e refrão cantado em uníssono.
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