Influencer de moda sofre ameaças de morte e insultos homofóbicos durante visita à Ilha de Páscoa
Durante sua estadia em Rapa Nui, o influencer de moda e maquiagem conhecido como «El Tomi» (tomasprintemps) passou por uma situação violenta e dolorosa: foi vítima de um ataque homofóbico enquanto se fotografava com seus seguidores.
O episódio aconteceu nas imediações do hostal onde estava hospedado. Um homem em uma motocicleta se aproximou para insultá-lo, proferindo ameaças de morte e palavras carregadas de preconceito. “Ele veio diretamente para me agredir, me ameaçou de morte e me xingou com todo tipo de insultos homofóbicos”, relatou o influencer, ainda abalado.
Felizmente, a intervenção dos seguidores que estavam presentes impediu que o ataque evoluísse para algo mais grave. «Se eu estivesse sozinho, teria sido espancado», confessou «El Tomi».
O influencer formalizou a denúncia junto à polícia local de Carabineros e agradeceu o apoio recebido tanto das pessoas que o acompanharam quanto dos proprietários do hostal onde estava alojado.
Solidariedade e apoio contra o discurso de ódio
O Movimento de Integração e Libertação Homossexual (Movilh) manifestou total solidariedade com Tomás, destacando que esse tipo de agressão constitui um grave discurso de ódio que pode desencadear violência física mais severa. “Ninguém tem o direito de insultar, ameaçar ou agredir alguém por sua orientação sexual ou identidade de gênero”, ressaltaram.
Além disso, o Movilh convocou a Prefeitura de Rapa Nui a condenar publicamente o ocorrido, reafirmando a importância de proteger e respeitar a diversidade em todos os espaços sociais.
O impacto do ataque homofóbico
Este triste episódio evidencia os desafios que pessoas LGBTQIA+ ainda enfrentam mesmo em lugares turísticos e culturalmente ricos, como a Ilha de Páscoa, Chile. A luta contra a homofobia e o preconceito precisa ser constante, com ações que promovam respeito, segurança e inclusão.
«El Tomi», com sua coragem ao denunciar publicamente o ataque, reforça a importância de dar visibilidade às violências sofridas e de buscar justiça e apoio coletivo para todas as pessoas da comunidade LGBTQIA+.
Em tempos que clamam por empatia e direitos iguais, reafirmamos que nenhum tipo de violência, verbal ou física, deve ser tolerada. Que essa denúncia inspire mais solidariedade e ações concretas para combater o preconceito em todos os cantos do nosso país e do mundo.
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