Jessica Simpson, a renomada cantora e atriz, revisita os desafios de sua carreira musical durante os anos 90 em uma nova entrevista para a Rolling Stone. A artista de 44 anos, natural do Texas, relembra como foi difícil competir com outras estrelas pop da época, como Britney Spears e Christina Aguilera, que dominavam as paradas musicais. Ela expressa que, apesar de seu talento, sentia que nunca conseguiria igualar o sucesso delas, que vendiam muitos mais discos.
Em sua reflexão, Jessica compartilha a pressão que sentia de sua gravadora, Sony, para se moldar a um padrão que não a representava completamente. “Eu não queria dançar, não queria usar um microfone na cabeça. Mas concordei em fazer isso, pois não queria decepcionar ninguém, nem a mim mesma. Eu não estava cantando músicas que eu escrevi”, revelou. Foi somente quando começou a compor suas próprias canções que conseguiu alcançar seu primeiro grande sucesso nas paradas.
Recentemente, Jessica lançou seu primeiro EP em 15 anos, intitulado ‘Nashville Canyon’, que rapidamente conquistou o coração dos fãs ao atingir o primeiro lugar na categoria Country e o quinto lugar em Todos os Gêneros no iTunes. Em uma postagem emocionante no Instagram, ela expressou sua gratidão aos apoiadores e mencionou que esta nova fase é uma forma de se redimir e se reconectar consigo mesma.
Com uma abordagem renovada para a gravação, ela trabalhou com uma banda ao vivo pela primeira vez, o que trouxe uma nova energia às suas músicas. Jessica também compartilhou como a dor de sua separação do ex-marido Eric Johnson influenciou suas composições. Em vídeos de bastidores, ela disse: “A recompensa de um coração partido é uma balada. Você precisa sentir para curar.”
Jessica anunciou sua separação em janeiro, revelando que ela e Eric estavam vivendo separadamente e lidando com uma situação dolorosa em seu casamento. Desde então, ela tem compartilhado suas experiências e reflexões através de suas músicas, passando uma mensagem de empoderamento e autenticidade que ressoa profundamente com seus fãs, especialmente na comunidade LGBT, que frequentemente busca representatividade e voz em suas histórias pessoais e artísticas.
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