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Jon M. Chu revela os desafios de dirigir ‘Wicked: For Good’

Diretor compartilha a jornada emocionante de adaptar o musical icônico para o cinema e o impacto na carreira
Jon M. Chu revela os desafios de dirigir 'Wicked: For Good'

Diretor compartilha a jornada emocionante de adaptar o musical icônico para o cinema e o impacto na carreira

Jon M. Chu, responsável pela direção dos dois filmes da franquia Wicked, abriu o coração sobre os desafios e transformações vividas durante a adaptação do amado musical para as telas. Em uma conversa inspiradora realizada no SCAD Savannah Film Festival, o diretor revelou como, mesmo diante de dúvidas e obstáculos, decidiu apostar tudo para criar algo extraordinário, que conquistasse fãs antigos e novos.

Uma aposta de fé em tempos incertos

Chu iniciou a produção durante o lockdown da pandemia, um momento que poderia ser considerado um risco enorme. Ele sabia que o projeto podia tanto impulsionar sua carreira quanto representá-la um fim, mas escolheu acreditar no potencial da história. “Olhei nos olhos das protagonistas e disse: ‘Não tenho todas as respostas, mas temos que fazer isso e ignorar as dúvidas externas’. Foi um momento de união e coragem”, contou.

Encarando o legado e a pressão

Adaptar um musical tão icônico quanto Wicked não foi tarefa fácil. Chu reconhece o peso de lidar com personagens queridos e histórias que já pertencem ao imaginário de milhões. “É assustador assumir papéis que todo mundo já tem uma ideia sobre, não só fãs de Wicked, mas também de O Mágico de Oz. Tivemos que buscar a verdade de cada personagem, juntos”, explicou.

A força das protagonistas e suas transformações

O diretor destacou a importância da parceria com as protagonistas Cynthia Erivo e Ariana Grande, cuja entrega ao papel mudou a percepção até dele próprio. Erivo, que interpreta Elphaba, queria humanizar a personagem para além do estereótipo da bruxa malvada, pedindo mais linhas e profundidade. Já Grande, com seu olhar afiado para Glinda, contribuiu para uma representação mais complexa e real da personagem.

Explorando novos caminhos em ‘Wicked: For Good’

No segundo filme, Chu teve liberdade para explorar as consequências das ações do primeiro, refletindo sobre o isolamento de Elphaba e os dilemas de Glinda. Esse aprofundamento veio acompanhado de duas canções inéditas que expressam o conflito interno das protagonistas, reforçando a emoção e a conexão com o público.

O diretor confessou se identificar com o personagem Boq, sempre se sentindo um outsider que precisa provar seu valor, um sentimento que muitos LGBTQIA+ conhecem bem.

Um legado para celebrar

Após cinco anos de trabalho intenso, Jon M. Chu reconhece que Wicked: For Good é mais do que um filme: é uma celebração de possibilidades e do poder de se reinventar. Ele espera que a experiência fortaleça a comunidade que ama a história, garantindo que a magia continue viva para todos.

Para a equipe editorial do acapa.com.br, essa jornada é um lembrete poderoso de que, assim como Elphaba e Glinda, nós também podemos transformar nossos desafios em força e brilho, voando alto contra todas as expectativas.

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