Artista lutou para manter presença drag no filme, garantindo representatividade e energia no cinema
Você sabia que as marcantes cenas com drag queens em A Star Is Born quase foram cortadas do filme? Isso mesmo! A diva Lady Gaga foi fundamental para que esses momentos incríveis, protagonizados por ícones do RuPaul’s Drag Race, permanecessem na produção, trazendo uma energia vibrante e representatividade queer para as telas.
O poder de Lady Gaga na defesa das drag queens
Willam, uma das estrelas drag que aparecem logo no início do filme de 2018, revelou que a produção queria eliminar todas as cenas com drag queens. Durante o casamento do nadador Tom Daley, Willam recebeu a notícia devastadora por mensagem: todos os seus momentos foram cortados. Mas Gaga, conhecida por sua militância e apoio à comunidade LGBTQIA+, interveio imediatamente.
Graças à insistência e força da cantora, a decisão foi revertida e as drag queens puderam brilhar na tela grande. “Uma semana depois, ligaram para confirmar minha disponibilidade, dizendo que os cortes tinham sido desfeitos porque Lady Gaga lutou para nos manter no filme”, contou Willam emocionado. “Obrigada, Gaga, a gente te ama!”
Uma abertura inesquecível e cheia de autenticidade
As cenas com Willam e Shangela, outro nome querido do Drag Race, acontecem em um bar drag onde a personagem Ally, interpretada por Gaga, se apresenta. A presença dessas artistas trouxe um frescor e uma autenticidade únicas à narrativa, mostrando que o cinema pode — e deve — abraçar a diversidade.
Além disso, Willam disse que Bradley Cooper, diretor do filme, permitiu que as drag queens improvisassem suas falas, tornando as cenas ainda mais genuínas e espontâneas. Isso reforça como a representatividade não é apenas inclusão, mas também respeito e espaço para expressão verdadeira.
Celebrando conquistas e representatividade queer
A Star Is Born recebeu oito indicações ao Oscar, com Lady Gaga levando a estatueta de Melhor Canção Original por “Shallow” — um momento histórico para a música e para a comunidade LGBTQIA+. Mas é importante lembrar que o filme também celebrou as vozes das drag queens, graças à coragem e visão de Gaga.
Esses bastidores mostram que a representatividade queer no cinema depende de aliados poderosos que estejam dispostos a lutar e abrir espaço para histórias e personagens que refletem a diversidade real da nossa comunidade.
Para quem ama cultura drag, cinema e representatividade, essa história de bastidores é um lembrete inspirador do impacto que a união e o ativismo podem ter na arte e na sociedade.
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