Ali Larter contou que gravou uma sequência de Landman enquanto era picada por formigas-de-fogo no Texas; entenda por que isso viralizou.
Landman voltou a chamar atenção nesta semana depois que uma reportagem repercutiu o relato de Ali Larter sobre uma gravação dolorosa da 2ª temporada, filmada no Texas. A atriz revelou, em entrevista recente, que foi picada por formigas-de-fogo durante uma cena ao pôr do sol e seguiu atuando mesmo com dor.
O interesse em torno da série cresceu no Brasil porque Landman já vinha mobilizando fãs de dramas estrelados por Billy Bob Thornton e produções de Taylor Sheridan, e a história de bastidor acabou dando um empurrão extra nas buscas. Quando um detalhe de filmagem mistura perrengue real, atuação e uma série já popular no streaming, o assunto naturalmente ganha tração nas redes e no Google.
O que aconteceu com Ali Larter nas gravações?
Segundo o relato da própria Ali Larter no programa Late Night with Seth Meyers, a atriz estava descalça, usando shorts jeans, em um campo aberto no Texas, observando cavalos durante a gravação de uma cena ao entardecer. Foi nesse momento que ela sentiu algo se mexendo entre os dedos do pé. Ao olhar para baixo, percebeu que estava sobre formigas-de-fogo, que começaram a picá-la.
A atriz contou que a situação foi bastante dolorosa e deixou seus pés cobertos de picadas. Ainda assim, como a equipe precisava concluir a tomada, ela decidiu continuar sem interromper a gravação. O resultado foi que a reação física e emocional daquele momento acabou entrando na própria performance. Em suas palavras, ela estava chorando porque estava sendo picada pelas formigas.
Esse tipo de revelação costuma despertar curiosidade porque mostra o lado menos glamouroso da televisão: calor, locações abertas, riscos ambientais e a pressão para aproveitar a luz ideal de uma cena. No caso de Landman, que é filmada no Texas e aposta em paisagens amplas e atmosfera realista, esse bastidor ajuda a explicar por que algumas sequências têm uma intensidade tão crua.
Por que Landman está em alta agora?
Além do episódio com Ali Larter, Landman segue sendo comentada por causa da recepção da 2ª temporada. A primeira leva de episódios já havia sido alvo de críticas, especialmente pela forma como algumas personagens femininas eram escritas. Na época, parte da imprensa apontou que várias mulheres da trama pareciam caricaturas ou existiam apenas em função dos homens da história.
Na nova temporada, a avaliação geral se mostrou um pouco mais favorável. De acordo com a reportagem repercutida pelo Yahoo! UK, a 1ª temporada teve 78% no Rotten Tomatoes, enquanto a 2ª chegou a 83%. Entre os pontos elogiados, críticos destacaram uma mudança no tratamento de algumas personagens femininas, em especial Cami Miller, vivida por Demi Moore, que ganhou mais espaço e complexidade.
Isso ajuda a explicar por que o assunto encontra eco também fora dos Estados Unidos. Séries de Taylor Sheridan costumam circular bem entre públicos que acompanham streaming, cultura pop e debates sobre representação. E, no Brasil, esse tipo de discussão atravessa também a audiência LGBTQ+, que historicamente observa com atenção como mulheres, pessoas dissidentes e personagens fora do padrão são retratados em produções de grande alcance.
Como a discussão sobre personagens femininas repercute hoje?
No caso de Landman, a conversa não se limita ao acidente no set. O que também mantém a série em evidência é a percepção de que a 2ª temporada tenta corrigir problemas apontados anteriormente. Embora ainda existam ressalvas sobre figuras como Angela Norris, interpretada por Ali Larter, e Ainsley, parte da crítica entendeu que a série passou a demonstrar maior capacidade de construir mulheres menos rasas.
Para um público progressista, isso importa. Representação não é detalhe, e a forma como personagens femininas são escritas costuma dialogar com questões maiores sobre poder, desejo e estereótipos. Em produções voltadas a universos muito masculinos — como petróleo, negócios e disputas territoriais — esse cuidado se torna ainda mais necessário.
Na avaliação da redação do A Capa, o interesse por Landman no Brasil não nasce só do “perrengue” vivido por Ali Larter. O que realmente sustenta a conversa é a combinação entre bastidores curiosos, apelo de streaming e uma discussão mais ampla sobre como séries populares retratam mulheres. Para a audiência LGBTQ+, esse debate é familiar: quando uma obra melhora a complexidade de seus personagens, ela também melhora sua capacidade de dialogar com quem sempre cobrou narrativas menos limitadas pelo olhar masculino dominante.
Por enquanto, o relato de Larter funciona como retrato de um momento extremo de gravação — e também como combustível para a curiosidade do público. Em tempos de consumo acelerado de séries e clipes de entrevista viralizando em segundos, bastou esse bastidor ganhar nova circulação para Landman voltar ao centro das buscas.
Perguntas Frequentes
O que aconteceu com Ali Larter em Landman?
A atriz contou que foi picada por formigas-de-fogo durante a gravação de uma cena da 2ª temporada no Texas e continuou atuando mesmo com dor.
Por que Landman está em alta no Google?
As buscas cresceram após a repercussão desse bastidor com Ali Larter e pelo interesse contínuo na 2ª temporada da série.
A 2ª temporada de Landman foi melhor recebida?
Segundo a reportagem original, sim. A nova temporada teve avaliação um pouco superior à primeira no Rotten Tomatoes e recebeu elogios por ampliar o espaço de algumas personagens femininas.
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