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Os looks mais fora de época de Beyoncé que ainda nos fazem pensar

Da zebra dos anos 80 ao látex polêmico, relembre os visuais ousados e atemporais da diva que desafiaram tendências
Os looks mais fora de época de Beyoncé que ainda nos fazem pensar

Da zebra dos anos 80 ao látex polêmico, relembre os visuais ousados e atemporais da diva que desafiaram tendências

Beyoncé é sinônimo de ousadia fashion, mas nem todos os seus visuais ao longo da carreira foram unanimidade ou à frente do seu tempo. De padrões que remetem aos anos 1980 até escolhas que parecem saídas de épocas bem distantes, a diva já apostou em produções que dividem opiniões, mas que, sem dúvida, contam muito da sua história e autenticidade.

O charme retrô do zebra print dos anos 80

Em 1998, Beyoncé e o Destiny’s Child subiram ao palco com conjuntos de estampa de zebra, um padrão que teve seu auge na década de 1980 e não resistiu ao tempo. Mas o que para muitos poderia parecer datado, para Beyoncé tinha um significado especial: naquele início de carreira, a própria mãe, Tina Knowles, e o tio Johnny costuravam à mão os figurinos, bordando cristais e pérolas. Essa conexão familiar e a falta de acesso às grandes grifes reforçam como a moda foi uma forma de empoderamento e expressão para elas.

Viagem ao mod dos anos 60 com o catsuit preto

O videoclipe e performances de “Single Ladies (Put A Ring On It)” em 2008 resgataram o estilo mod dos anos 1960, com catsuits pretos justíssimos e penteados volumosos. A inspiração veio das icônicas girl groups da época e do coreógrafo Bob Fosse, trazendo uma coreografia e estética que celebram uma era que marcou a cultura pop. Beyoncé e sua equipe investiram meses para criar uma originalidade que reverenciasse esse passado, sem perder a identidade contemporânea.

O psicodelismo dos anos 70 no American Music Awards

Em 2001, no auge do Destiny’s Child, as integrantes apostaram em roupas com estampas psicodélicas em tons de rosa e roxo, remetendo aos anos 1970. Os vestidos desenhados por Tina Knowles buscavam reviver a elegância e o impacto visual dos grupos Motown, como as Supremes, reforçando a importância da moda como parte do espetáculo e da identidade do grupo.

Medieval e decadente: o mix de tecidos em 2003

O visual de Beyoncé no MTV Europe Music Awards de 2003 juntou couro e pele, evocando um estilo que parece tão antigo quanto a Idade Média, mas também carregado da extravagância dos anos 1920. Apesar de ter sido considerado um dos piores looks da diva, a performance e os prêmios da noite mostraram que, mesmo em momentos fashion controversos, Beyoncé dominava o palco e os holofotes.

O faroeste colorido no VMA de 2001

Na mesma vibe de ousadia, Destiny’s Child apareceu no VMA de 2001 com roupas laranja e turquesa, com franjas e acessórios que lembravam o estilo western dos anos 1940 e elementos da cultura nativa americana. Tina Knowles enfrentou críticas por sua falta de formação formal, mas manteve sua visão firme, mostrando que autenticidade e amor pelo que se faz podem superar preconceitos no mundo da moda.

Corset com pele: um mix nada trendy

Em 2003, Beyoncé escolheu um corset rosa com detalhes em pele para o VH1 Big in ’03 Awards, um look que trazia referências dos anos 1970 e 1980, mas que não caiu nas graças do público. Mesmo assim, a artista revelou que fora dos tapetes vermelhos seu estilo é muito mais simples e confortável, provando que a imagem pública e o eu cotidiano podem coexistir em harmonia.

Glamour dos anos 20 no VMA de 2016

O vestido de penas e bordados usado por Beyoncé no VMA de 2016 resgatou o glamour dos anos 1920, com um toque etéreo e sofisticado que, embora não fosse exatamente moderno, refletia a essência da sua era “Lemonade”. A noite foi histórica, com Beyoncé se tornando a artista mais premiada da história do evento.

O polêmico vestido de látex do Met Gala 2016

Por fim, o vestido de látex com bordados da Givenchy no Met Gala de 2016 dividiu opiniões e gerou muitos memes. A escolha ousada remeteu aos anos 1970, mas não se encaixou perfeitamente no tema “Manus x Machina” da festa. Ainda assim, simbolizou a coragem da artista em experimentar e desafiar padrões, mesmo correndo riscos fashion.

Beyoncé é uma verdadeira camaleoa da moda, que usa cada look para contar uma parte da sua história e das suas raízes. Esses visuais fora de época não são apenas escolhas estéticas, mas símbolos de resistência, identidade e conexão familiar. Para a comunidade LGBTQIA+, sua trajetória inspira a celebração da autenticidade e a coragem de ser quem se é, mesmo quando o mundo não está pronto para isso. Afinal, a moda — assim como a vida — é feita de ciclos, reinvenções e, sobretudo, de amor-próprio.

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