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Mais de 350 artistas boicotam música em Israel por genocídio em Gaza

Mais de 350 artistas boicotam música em Israel por genocídio em Gaza

Movimento ‘Sem Música para Genocídio’ reúne nomes globais em protesto contra violência e repressão em Israel e Palestina

Um poderoso movimento de resistência cultural tomou conta da cena musical internacional. Mais de 350 artistas renomados decidiram bloquear o acesso às suas músicas em Israel, como forma de protesto contra o genocídio ocorrido na Faixa de Gaza e o sistema de apartheid na região. A mobilização, conhecida como “Sem Música para Genocídio”, traz vozes diversas, unidas por um propósito urgente: usar a arte como instrumento de denúncia e solidariedade.

Protesto global contra a violência e a opressão

Entre os artistas que aderiram ao boicote estão nomes de peso como a venezuelana Arca, o coletivo de jazz canadense BadBadNotGood e a icônica banda britânica Massive Attack, que inclusive tem show marcado em São Paulo para novembro. O movimento ganhou força ao reunir mais de 400 artistas que retiraram suas músicas do território israelense, repudiando as ações violentas que têm ceifado vidas e alimentado uma crise humanitária sem precedentes.

Em uma carta pública, o coletivo enfatiza: “Estamos respondendo ao genocídio em Gaza, à limpeza étnica na Cisjordânia, ao apartheid em Israel e à repressão política de movimentos pró-Palestina em todo o mundo, além das ligações da indústria musical com armas e crimes contra a humanidade.”

Um chamado histórico pelo poder do boicote cultural

O manifesto relembra o histórico e eficaz boicote cultural que contribuiu para o fim do apartheid na África do Sul, reforçando a proposta do poder transformador da arte quando alinhada a causas sociais. Também destaca como as grandes gravadoras prontamente retiraram seus catálogos da Rússia após a invasão da Ucrânia, mas lamenta a ausência de ações similares contra Israel, apesar de décadas de ocupação e 23 meses de genocídio acelerado.

O movimento ainda é apoiado por aproximadamente 50 organizações ao redor do mundo, incluindo rádios e selos independentes, como a britânica NTS, a mexicana N.A.A.F.I. e a colombiana TraTraTrax. No Brasil, o selo Tijolo, com sede em São Paulo e Nova York, também manifesta apoio à iniciativa.

Diversidade musical em prol da justiça

Além dos citados, artistas como Japanese Breakfast, Black Country, New Road, King Krule e Rina Sawayama — esta última conhecida por sua colaboração com Pabllo Vittar — fazem parte do protesto. A cena eletrônica global também marca presença com nomes como Erica de Casier, Kelman Duran, Oklou, Nick Léon e Kelela. O hip-hop é representado por Saul Williams e Ana Tijoux, reforçando a pluralidade e a força do movimento.

Este boicote cultural surge como uma resposta sonora e ética a um cenário de dor e resistência, convidando a comunidade LGBTQIA+ e todos que se solidarizam a refletirem sobre o papel da arte na luta por direitos humanos e dignidade. Afinal, a música é poder — e quando unida à causa certa, pode ecoar pelo mundo inteiro, exigindo justiça e paz.

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