Cantora transforma casa no Itanhangá em santuário de paz, arte brasileira e conexão familiar
Anitta está vivendo uma fase de profunda transformação, e isso se reflete na nova cara de sua mansão no Itanhangá, na zona oeste do Rio de Janeiro. Depois de anos morando em Los Angeles, a cantora escolheu voltar ao Brasil para criar um verdadeiro refúgio espiritual, onde luxo e natureza se encontram em perfeita harmonia.
Com projeto assinado pelo Studio Roca, a casa passou por uma reforma que durou seis meses e envolveu mais de 100 profissionais. A proposta foi clara: traduzir o desejo da artista por um espaço que fosse ao mesmo tempo acolhedor, zen e com energia curativa. No jardim, por exemplo, foram criados ambientes para rituais e pequenos shows, iluminados por luminárias feitas em fibras naturais que se movem suavemente com o vento, criando uma atmosfera mágica e relaxante.
Um refúgio para o corpo e a alma
O design da mansão mistura elementos da arquitetura modernista brasileira com referências espirituais muito presentes na vida de Anitta. No quarto principal, pensado como um santuário de introspecção e descanso, predominam tons neutros e uma cama baixa, que convidam à tranquilidade. Um destaque especial fica para o lustre inspirado em Omolu, orixá da cura, que simboliza a conexão da cantora com suas raízes e sua religiosidade.
Além disso, a casa abriga uma coleção de obras de arte brasileiras, assinadas por nomes como Bruno Lyfe e Alexandre Feliciano, reforçando o vínculo da artista com a cultura nacional. O paisagismo, assinado por Daniela Infante, também privilegia áreas externas voltadas para práticas meditativas, fortalecendo a ideia de um espaço para recarregar energias em contato com a natureza.
De volta às raízes e à família
A decisão de Anitta de deixar Los Angeles e investir na mansão no Rio veio após um período de reflexão sobre sua vida pessoal. Em entrevista, ela revelou que a doença que enfrentou no fim de 2022 a fez repensar suas prioridades: “Eu queria passar mais tempo com minha família e fazer coisas que realmente importassem para mim”. Assim, a casa no Itanhangá se tornou seu porto seguro, onde ela pode se reconectar consigo mesma e com as pessoas que ama.
Essa transformação da mansão de Anitta mostra como é possível unir luxo e conforto com espiritualidade e autenticidade, criando um ambiente que respeita a busca por equilíbrio e bem-estar. Para a comunidade LGBTQIA+, que valoriza espaços de acolhimento e expressão verdadeira, essa casa simboliza mais do que um lar: é um manifesto de liberdade, cuidado e autoamor.
Em tempos em que o ritmo frenético do mundo muitas vezes nos desconecta de quem somos, a jornada de Anitta e sua mansão zen nos inspiram a buscar espaços que acolham nossa essência e promovam o florescer da alma. Afinal, criar um lar que reverbera nossa verdade é um ato político e profundamente revolucionário.
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