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Marketing social first: o futuro das marcas nas redes sociais

Marketing social first: o futuro das marcas nas redes sociais

Como empresas estão revolucionando suas estratégias com influenciadores para fortalecer conexões autênticas

No coração da comunicação contemporânea, as redes sociais se transformaram no epicentro das estratégias de marketing das marcas. O conceito de marketing social first não é mais apenas uma tendência, mas uma revolução que coloca os influenciadores e criadores de conteúdo como protagonistas do diálogo entre marcas e consumidores.

Redes sociais como palco principal

Fernando Fernandez, CEO global da Unilever, surpreendeu o mercado ao anunciar que metade do orçamento de mídia da empresa será investido em redes sociais, com um aumento expressivo no número de influenciadores contratados. Essa decisão representa uma mudança profunda na forma como as marcas buscam estabelecer confiança e relevância cultural: não basta mais falar, é preciso que a mensagem seja transmitida por vozes autênticas e conectadas às comunidades reais.

Esse movimento é reflexo do crescimento exponencial do marketing de influência, que segundo dados globais, deve alcançar US$ 33 bilhões até 2025. Holding como o Publicis Groupe ampliam sua presença nesse cenário investindo em plataformas especializadas e incorporando inteligência artificial para potencializar conexões genuínas entre marcas e públicos.

Conexão real e diversidade

Empresas brasileiras têm seguido esse caminho com resultados notáveis. O Banco Bradesco, por exemplo, aumentou significativamente o número de criadores parceiros e dobrou o volume de conteúdo produzido, apostando em uma comunicação mais segmentada e eficiente nas redes sociais.

A Latam Airlines fez sucesso ao dialogar diretamente com a comunidade de fãs da cantora Lady Gaga durante seu retorno ao Brasil, mostrando que a presença digital vai muito além de anúncios e se transforma em experiências culturais compartilhadas.

Já a Coca-Cola Brasil investe em campanhas integradas com influenciadores como Pabllo Vittar e Nathy Peluso, criando narrativas que atravessam mídias tradicionais e digitais, ampliando o engajamento e fortalecendo a identidade das marcas.

Influência autêntica e estratégica

A autenticidade é a moeda mais valiosa no universo do marketing social first. Criadores que trazem suas vivências e culturas próprias são capazes de construir narrativas poderosas e verdadeiras, impactando especialmente nas comunidades periféricas e diversas do Brasil.

Para as marcas, o desafio é identificar parcerias que façam sentido real, evitando o uso indiscriminado de influenciadores apenas pelo alcance. A conexão genuína entre o criador e o produto ou serviço é o que garante engajamento verdadeiro e resultados consistentes.

O futuro é social e colaborativo

Com o avanço do social commerce, inclusive com plataformas como TikTok Shop, as vendas e a comunicação estão cada vez mais integradas, transformando o consumo em uma experiência social e imediata. Marcas que conseguirem atuar nesse cenário, ativando suas comunidades com estratégias inteligentes e inclusivas, estarão na vanguarda do marketing do futuro.

Agências como VML e WMcCann já adotam essa mentalidade, criando campanhas que não só falam, mas performam culturalmente nas redes sociais. A compra da BR Media Group pelo Publicis Groupe no Brasil reforça a importância de integrar o marketing de influência de forma estratégica e escalável.

Em resumo, o marketing social first representa a evolução do relacionamento entre marcas e consumidores, onde a conversa é liderada por influenciadores autênticos, a diversidade é valorizada e a cultura digital é o terreno fértil para conexões verdadeiras e duradouras.

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