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Meghan Markle é acusada de controlar totalmente matéria da Harper’s Bazaar

Meghan Markle é acusada de controlar totalmente matéria da Harper’s Bazaar

Perfil da duquesa enfrenta críticas por texto bajulador e edição sob medida em revista de moda

Meghan Markle voltou a ser alvo de críticas contundentes após a publicação de sua matéria de capa na revista Harper’s Bazaar, que, segundo fontes internas, teria passado por um controle editorial absoluto da duquesa. Fontes do mercado editorial revelaram que a reportagem escrita por Kaitlyn Greenidge foi tão fortemente moldada por Meghan e sua equipe que acabou soando como um texto excessivamente bajulador, mais próximo de uma peça publicitária do que de um jornalismo independente.

Controle editorial rigoroso e comparações com Vogue

O episódio lembra a polêmica de 2022, quando Meghan teria feito exigências semelhantes para sua aparição na Vogue, o que resultou no cancelamento da matéria pela então editora-chefe Anna Wintour. A insistência de Meghan em controlar todos os aspectos — desde as fotos, a redação final até a distribuição global — teria sido considerada um exagero pela direção da Vogue, que chegou a descartar o projeto. Fontes afirmam que Wintour teria dito que Meghan não podia tratar a revista como seu “quadro pessoal do Pinterest”.

No caso da Harper’s Bazaar, editores que acompanharam a produção da matéria chegaram a apelidar a publicação de “Harper’s Bizarre” — um trocadilho que destaca o desconforto com o resultado final e a percepção de que a revista teria cedido demais às exigências da duquesa.

Matéria vista como bajuladora e sem profundidade

Insiders relatam que a reportagem foi moldada para apresentar Meghan como uma mulher autêntica, gentil e poderosa, mas que o texto carece de qualquer crítica, ironia ou análise aprofundada. A linguagem foi descrita como “estomacalmente bajuladora” e comparada a um currículo do LinkedIn, com trechos que ressaltam sua busca por autoconhecimento, sua dedicação à maternidade e até sua obsessão infantil por ser “a esperta” do grupo.

Um trecho que viralizou nas redes destaca a afirmação de que o noivado de Meghan com o príncipe Harry teria provocado uma “mudança tectônica na cultura”, creditando à duquesa o combate ao racismo por sua união com a realeza britânica. Tais afirmações foram recebidas com ceticismo e memes irônicos por parte do público.

Autopromoção e imagem perfeita do casamento

Além da exaltação pessoal, Meghan aproveitou a matéria para elogiar seu casamento com Harry, afirmando que ninguém a ama mais do que ele e que ele sempre a apoia. Essa idealização, no entanto, contrasta com rumores frequentes de crises no relacionamento, incluindo rumores de separação e vidas profissionais separadas há meses.

Fontes ligadas à realeza classificaram o texto como uma espécie de “fan fiction” escrita pela própria Meghan, enquanto executivos do mercado editorial afirmam que o nível de controle exigido por ela lembra o de celebridades como Beyoncé, embora Meghan não tenha o mesmo alcance.

Impacto e repercussão na comunidade e na mídia

O episódio evidencia a tensão entre a busca por controle de imagem e a liberdade editorial, algo que reverbera especialmente para figuras públicas LGBTQIA+ que desafiam padrões tradicionais e buscam autenticidade. A tentativa de Meghan de moldar sua narrativa pode ser vista tanto como um esforço legítimo de autopreservação quanto como uma barreira para o diálogo aberto e crítico.

Para a comunidade LGBTQIA+, que valoriza vozes autênticas e representações complexas, a controvérsia serve como um lembrete da importância de equilibrar o controle sobre a própria imagem com a abertura para narrativas multifacetadas e honestas. Afinal, a representatividade ganha força quando é plural e verdadeira, não apenas construída em aparências cuidadosamente elaboradas.

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