Do glamour de Rihanna ao estilo ousado de Lady Gaga, revisitamos os visuais que definiram o evento fashion mais esperado do ano
O Met Gala é, sem dúvida, o ápice da moda mundial, um evento que transcende o tapete vermelho para se tornar um verdadeiro espetáculo de criatividade e expressão artística. Todos os anos, celebridades, ícones da moda e artistas se reúnem no Metropolitan Museum of Art, em Nova York, para celebrar o casamento entre arte e vestuário, sempre sob um tema desafiador que inspira criações memoráveis.
Entre os looks mais marcantes da história recente do Met Gala, destacam-se visuais que não apenas encantaram pela beleza, mas também pelo significado e pela ousadia, reverberando na cultura pop e no imaginário coletivo LGBTQIA+.
Rihanna e sua irreverência fashion
Em 2025, Rihanna protagonizou um dos momentos mais comentados do evento ao desfilar grávida com um vestido Marc Jacobs que brincava com a silhueta do corpo, combinando uma estrutura em espartilho com a exuberância da gravidez. Sua escolha irreverente e divertida mostrou como a moda pode ser uma poderosa ferramenta de empoderamento e autoexpressão.
Zendaya: elegância e atitude
Também em 2025, Zendaya chamou atenção com um terno branco da Louis Vuitton, que combinava alfaiataria impecável e um chapéu de aba larga, evocando o estilo zoot suit com um toque moderno e sofisticado. Para a comunidade LGBTQIA+, Zendaya representa uma inspiração de autenticidade e confiança.
Lady Gaga e o camp no seu auge
Em 2019, Lady Gaga elevou o conceito de camp ao extremo ao apresentar quatro looks em sequência, começando por um vestido rosa volumoso de Brandon Maxwell que deu lugar a outras camadas e revelações no tapete vermelho. Sua performance visual é um marco de como o Met Gala celebra a teatralidade e a diversidade estética, tão caras à cultura queer.
Outros momentos inesquecíveis
O vestido icônico de Marilyn Monroe, usado por Kim Kardashian em 2022, reafirmou a ligação entre moda, história e performance. O vestido cravejado de cristais usado pela modelo Anok Yai em 2024 brilhou como uma aura, enquanto o visual punk de Miley Cyrus em 2013 e o vestido de princesa de Diana, em 1996, continuam sendo referências de estilo e atitude.
O Met Gala não é apenas um desfile de roupas; é um palco onde a moda dialoga com identidade, política e cultura. Para a comunidade LGBTQIA+, esses looks não são só moda, são declarações de resistência, visibilidade e celebração da diversidade. Eles inspiram, provocam e, acima de tudo, nos convidam a abraçar quem somos com orgulho e criatividade.
Assim, o Met Gala segue sendo uma vitrine essencial para a moda que ultrapassa limites e desafia normas, um espaço onde a comunidade LGBTQIA+ pode se reconhecer, se expressar e se reinventar através do estilo. Em cada vestido, em cada acessório, pulsa a energia de uma cultura que celebra a liberdade e a beleza da diferença.
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