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Miley Cyrus e Ariana Grande reinventam clássico com voz e emoção

Miley Cyrus e Ariana Grande reinventam clássico com voz e emoção

Duas estrelas entregam versão intimista e poderosa de ‘Don’t Dream It’s Over’ para a comunidade LGBTQIA+

Em um cenário despojado e acolhedor, duas das maiores vozes pop da atualidade, Miley Cyrus e Ariana Grande, ressignificaram um clássico que atravessa gerações: Don’t Dream It’s Over. Em uma apresentação intimista da série “Happy Hippie Presents: Backyard Sessions”, elas provaram que a força da música está na autenticidade e na conexão humana, especialmente para a comunidade LGBTQIA+ que busca representatividade e emoção genuína na arte.

Uma performance sem artifícios que emociona

Sem palco, luzes extravagantes ou produções grandiosas, a simplicidade tomou conta. De pijama, no quintal, apenas com um microfone e suas vozes, Miley e Ariana entregaram uma versão crua e sensível da canção originalmente lançada pelo Crowded House em 1986. Miley, com seu timbre rouco e carregado de sentimento, e Ariana, com sua precisão vocal e delicadeza, criaram uma harmonia que não busca competir, mas sim se complementar, elevando a música a um patamar de pura entrega emocional.

Por que essa versão toca tão fundo?

A versão original de Don’t Dream It’s Over já é uma obra-prima melancólica e esperançosa, mas a releitura de Miley e Ariana vai além, desnudando a canção até sua essência mais íntima. A ausência de artifícios permite que cada nota e frase sejam sentidas na pele. A delicadeza no controle vocal e a sintonia entre as duas artistas mostram que o poder está no que é verdadeiro, não no que é exagerado. É uma aula de técnica aliada à emoção, que nos lembra o valor da sutileza na música.

Happy Hippie Foundation: música que transforma

Essa performance faz parte do projeto “Happy Hippie Presents: Backyard Sessions”, criado por Miley Cyrus através da Happy Hippie Foundation, organização que apoia jovens LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade, especialmente aqueles em situação de rua. A proposta é usar a música para gerar conscientização e arrecadar fundos, mantendo a proximidade e a humanidade nas apresentações. Para a comunidade LGBTQIA+, que muitas vezes enfrenta invisibilidade e exclusão, essa iniciativa representa um abraço acolhedor, onde a arte se torna ferramenta de empoderamento e esperança.

Mais que um cover, um marco cultural

Essa releitura não é apenas um cover; é uma declaração de autenticidade em tempos de produção em massa e fórmulas prontas. Miley e Ariana mostram que é possível resgatar a essência da música com respeito e personalidade, ressignificando um clássico para a geração atual e para todos que buscam representatividade. Para o público LGBTQIA+, essa performance reforça a importância de vozes que se expressam sem máscaras, celebrando a diversidade e a força da comunidade.

Em um mundo onde a pressão para se encaixar é constante, ver artistas tão poderosas se apresentando de forma tão vulnerável é um convite para que cada pessoa LGBTQIA+ abrace sua verdade sem medo. Essa versão de Don’t Dream It’s Over é um lembrete de que, mesmo nas adversidades, a união e a autenticidade podem criar momentos inesquecíveis e transformadores.

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