Cantora revela pulseira simbólica dada por Beyoncé e fala sobre suas inspirações no rock
Em uma entrevista recente à revista Vogue França, Miley Cyrus abriu seu coração ao compartilhar um presente muito especial que recebeu de Beyoncé, após a parceria das duas na música “II Most Wanted”. Para Miley, essa pulseira vai muito além de um acessório: é um símbolo de força e confiança, especialmente nos momentos em que duvida de si mesma.
Com um sorriso contagiante, ela revelou que sempre usa a pulseira e que, quando alguém tenta derrubá-la, ela responde com orgulho: “Beyoncé me deu esta pulseira, olha!” Essa declaração não só mostra a admiração pela rainha do pop, mas também evidencia o poder de sororidade entre mulheres que se apoiam e inspiram mutuamente.
Rock’n’roll como expressão de autenticidade
Miley também falou sobre a importância do rock’n’roll em sua vida e como esse gênero musical lhe ensinou a valorizar a honestidade e a liberdade de ser quem realmente é. Citando ícones como Stevie Nicks, Joan Jett e David Bowie, ela destacou a autenticidade deles, que se revela não apenas no palco, mas também em sua essência cotidiana.
Essa conexão com a teatralidade e a ousadia do rock reforça a identidade única de Miley, que sempre buscou quebrar padrões e se expressar sem medo. Sua trajetória é marcada por essa busca por liberdade, algo que ressoa fortemente com o público LGBTQIA+, que também valoriza a autenticidade e o empoderamento.
Colaborações que enriquecem a sonoridade
A edição deluxe do álbum Something Beautiful, lançada em setembro, trouxe participações especiais que refletem o respeito de Miley por lendas da música. Nomes como David Byrne, ex-Talking Heads, Lindsey Buckingham e Mick Fleetwood contribuíram para dar ainda mais profundidade e diversidade ao projeto.
Essa mistura de referências e a coragem de explorar novos caminhos musicais mostram como Miley Cyrus continua sendo uma voz potente e inspiradora, especialmente para a comunidade LGBTQIA+, que encontra nela uma aliada na luta pela liberdade de expressão e pelo direito de ser.
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