Em San Francisco, ‘Once Upon a One More Time’ celebra poder e autonomia feminina com energia pop
Prepare-se para uma revolução encantada no palco de San Francisco, Califórnia! O musical Once Upon a One More Time traz uma proposta audaciosa: usar os maiores sucessos de Britney Spears para recontar os clássicos contos de fadas, mas com uma pegada moderna, empoderada e repleta de atitude.
Contos de fadas repaginados com a trilha sonora da princesa do pop
Imagine a Cinderela questionando seu destino pré-determinado, encontrando um livro mágico que abre portas para novas ideias sobre independência e escolha. Ao lado de outras princesas icônicas como Branca de Neve, Bela Adormecida e a Pequena Sereia, ela começa uma jornada de autodescoberta e revolução, desafiando os papéis tradicionais impostos a elas.
Em meio a coreografias vibrantes e canções inesquecíveis como “…Baby One More Time”, “Toxic”, “Stronger” e “Oops!… I Did It Again”, Once Upon a One More Time celebra a força da amizade, a coragem de escrever sua própria história e a liberdade de ser quem você realmente é — tudo isso temperado com humor afiado e referências contemporâneas que ressoam especialmente com o público jovem e adulto.
Um espetáculo que une nostalgia e feminismo pop
Mais do que um show de música e dança, o musical é uma ode à autonomia feminina, quebrando o mito do príncipe encantado como figura indispensável e colocando o poder nas mãos das próprias protagonistas. É um convite para a plateia cantar junto, se emocionar e refletir sobre as narrativas que consumimos e como elas podem (e devem) ser transformadas.
Exibido no The Barbary Stage, um espaço cultural em San Francisco, o espetáculo estreia em 23 de outubro de 2026 e fica em cartaz até 21 de novembro do mesmo ano. A produção inclui humor maduro, temas atuais sobre gênero e relações, e é recomendada para adolescentes e adultos, garantindo uma experiência divertida, crítica e cheia de ritmo.
O impacto cultural para a comunidade LGBTQIA+
Para o público LGBTQIA+, Once Upon a One More Time é mais do que um musical pop: é um manifesto de autoafirmação e quebra de estereótipos. Ao desconstruir os papéis tradicionais das princesas, o espetáculo reforça a importância de narrativas inclusivas e múltiplas possibilidades de identidade e expressão, algo que ressoa profundamente com as vivências da comunidade.
Essa releitura cheia de brilho e atitude é um lembrete poderoso de que a liberdade de ser e amar sem amarras está no centro das histórias que merecemos contar e ouvir. É um convite para todos — especialmente para quem já se sentiu fora dos padrões — dançar, se divertir e, acima de tudo, celebrar o poder de reescrever seu próprio conto de fadas.
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