Socialite expõe ausência do ex-marido na vida da filha e provoca debate sobre paternidade
Narcisa Tamborindeguy não poupou críticas ao ex-marido, o diretor Boninho, ao falar sobre a relação dele com a filha do casal, Marianna, de 38 anos. Em entrevista, a socialite declarou que Boninho é um “péssimo pai” e que mantém uma postura distante e ausente em relação à primogênita.
Segundo Narcisa, situações recentes evidenciam esse distanciamento afetivo. Ela contou que, quando o carro de Marianna quebrou, Boninho não se dispôs a ajudar na troca do veículo, deixando a filha sem transporte. Além disso, a socialite ressaltou a falta de reconhecimento público do diretor quando Marianna foi aceita em uma universidade renomada do Reino Unido, a King’s College University, afirmando que ele sequer ligou ou fez uma homenagem para celebrar a conquista.
Ausência e favoritismo na paternidade
Narcisa não hesitou em qualificar o comportamento do ex como de um pai ausente, que não demonstra amor pela filha. Ela ainda apontou um favoritismo claro do diretor em relação à filha mais nova, Isabella, de 18 anos, fruto do casamento de Boninho com a apresentadora Ana Furtado. Boninho também é pai de Pedro Oliveira, de 30 anos, de uma relação anterior.
Durante a conversa, a socialite demonstrou irritação quando o assunto se voltou para a relação pessoal entre ela e Boninho, afirmando que nunca houve uma ligação afetiva entre eles e encerrando o tema com a frase: “Não gosto e nunca gostei. Chega, acabou.”
Contexto da relação familiar
Narcisa e Boninho foram casados entre 1983 e 1986 e tiveram apenas a filha Marianna. Além disso, Narcisa é mãe de Catharina, fruto de outra relação. Até o momento, Boninho não se pronunciou publicamente sobre as declarações da ex-esposa.
Essa revelação traz à tona questões profundas sobre a paternidade e a importância do afeto e da presença na vida dos filhos, temas que reverberam especialmente na comunidade LGBTQIA+, onde laços familiares muitas vezes desafiam modelos tradicionais.
O distanciamento apontado por Narcisa nos convida a refletir sobre como as relações familiares podem impactar a construção da identidade e do bem-estar emocional, reforçando a necessidade de valorizarmos o amor genuíno e o cuidado independente de laços biológicos.
Que tal um namorado ou um encontro quente?


