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Nova denúncia de assédio sexual contra Katy Perry abala comunidade drag

Nova denúncia de assédio sexual contra Katy Perry abala comunidade drag

Drag queen relata episódio desconfortável nos bastidores e apoia denúncia de Ruby Rose contra a cantora

Katy Perry está no centro de uma nova controvérsia após uma drag queen compartilhar uma experiência que levanta sérias questões sobre consentimento e respeito nos bastidores da carreira da cantora. Essa revelação surge poucos dias depois das explosivas acusações de assédio sexual feitas pela atriz e cantora Ruby Rose, que afirmou ter sido vítima da popstar em um clube noturno em Melbourne, Austrália.

O relato da drag queen Jordan L’Moore

Jordan L’Moore, artista drag, usou as redes sociais para contar um episódio desconfortável ocorrido no início da carreira de Katy Perry. Segundo Jordan, durante um evento no teatro The Fillmore, foi apresentada à cantora após um show, onde, ao descobrir que Jordan fazia drag, Perry a puxou para um camarim e insistiu para que ela experimentasse uma de suas fantasias de palco.

O que era para ser um momento de diversão, segundo Jordan, se tornou uma situação tensa e invasiva. A drag queen relata que tentou recusar, explicando que o figurino não serviria, mas Perry teria começado a puxar suas roupas mesmo contra a vontade dela. A situação só terminou após a intervenção de um gerente, que levou Katy para assinar autógrafos e encerrou o momento.

Jordan expressou sua inquietação com a atitude da cantora, destacando que essa foi uma demonstração clara de desrespeito ao consentimento. “Eu tenho certeza de que ela assediou Ruby Rose”, afirmou, reforçando sua crença na denúncia da atriz.

Ruby Rose quebra silêncio após quase 20 anos

Ruby Rose revelou que foi vítima de assédio sexual por parte de Katy Perry em um episódio ocorrido anos atrás em Melbourne. A atriz explicou que Perry teria se aproximado dela enquanto descansava e cometido um ato sexual não consensual. Rose disse que demorou quase duas décadas para falar sobre o ocorrido, pois inicialmente tratava o episódio com humor, por não saber como lidar com a situação.

Apesar da gravidade da acusação, Rose informou que não pretende formalizar queixa, ressaltando que o importante para ela é a divulgação da verdade, mesmo que nem todos acreditem em sua versão.

Resposta e repercussão

A equipe de Katy Perry negou veementemente as acusações, classificando-as como “mentiras perigosas e irresponsáveis”. Até o momento, Perry não se pronunciou pessoalmente sobre os relatos, e suas atividades públicas seguem normalmente.

O fato de duas pessoas ligadas ao universo LGBTQIA+ — Ruby Rose e Jordan L’Moore — apresentarem denúncias distintas, mas convergentes, amplia o debate sobre o comportamento da artista e a necessidade de escuta e respeito dentro e fora dos palcos.

Reflexões sobre consentimento e representatividade

As denúncias contra Katy Perry trazem à tona uma discussão urgente sobre consentimento e segurança, especialmente para pessoas LGBTQIA+ que frequentemente enfrentam situações de vulnerabilidade em ambientes que deveriam ser acolhedores. Para a comunidade drag, que vive da expressão artística e da quebra de padrões, é essencial que seus corpos e limites sejam respeitados sem exceção.

É fundamental que casos como esses sejam ouvidos com seriedade, pois além de expor comportamentos abusivos, eles ajudam a fortalecer a rede de apoio entre artistas e fãs. A representatividade no mundo pop precisa ser pautada por respeito genuíno e empatia, para que todos possam celebrar sua identidade sem medo.

Essa nova denúncia contra Katy Perry reverbera na comunidade LGBTQIA+ como um chamado para reflexão e mudança. Mais do que apontar culpados, ela reforça a importância de um ambiente artístico seguro, onde o poder não seja sinônimo de abuso, e onde as vozes minoritárias possam ecoar com dignidade e proteção.

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