Conheça homens reais perto de você

Quer conhecer caras agora? Vem pro Disponivel.com

  • ✔️ Perfis com vídeos, fotos e live cam
  • 📍 Encontros por proximidade
  • 🔥 Bate-papo por região 24h
Entrar grátis e ver quem tá online
Menu

A Capa é um portal LGBT+ com notícias atualizadas sobre cultura, entretenimento, política, diversidade e a comunidade LGBTQIA+. Confira os destaques de hoje.

in

Nova York celebra centenário de Celia Cruz com tributo à rainha da salsa

Nova York celebra centenário de Celia Cruz com tributo à rainha da salsa

No Central Park, público LGBTQIA+ vibra ao som da icônica Celia Cruz e sua herança afro-cubana

Em uma noite mágica no coração de Nova York, centenas de fãs celebraram os 100 anos de nascimento da lendária Celia Cruz, a eterna rainha da salsa. O evento, realizado no Summerstage do Central Park, reuniu vozes e ritmos que homenagearam a artista cubana que transcendeu gerações e fronteiras, especialmente para a comunidade LGBTQIA+, que sempre encontrou em Celia uma voz de empoderamento e resistência.

Uma festa de cores, ritmos e memórias

Longe de ser apenas um show, o tributo “Celia Vive” foi uma celebração da cultura afro-cubana e da influência poderosa da cantora no cenário musical mundial. Sob a direção musical de Nelson González, artistas cubanos como Brenda Navarrete, Aymée Nuviola, Alain Pérez, Lena Burke e Isaac Delgado subiram ao palco para interpretar clássicos que marcaram a carreira de Celia Cruz, lembrando sua origem na música de santería e sua icônica energia colorida.

Brenda Navarrete iniciou o espetáculo com tambores batá, evocando o vínculo de Celia com a espiritualidade afro-cubana, enquanto Alain Pérez, ex-diretor musical e compositor da rainha da salsa, emocionou o público com o sucesso “Quimbara”. Lena Burke e Aymée Nuviola trouxeram voz e alegria, cantando “Toro Mata” e “Bemba colorá” com a plateia em coro, reforçando o legado de Celia como símbolo de resistência e celebração da identidade.

Celia Cruz: símbolo de orgulho e liberdade

“Celia é e sempre será Nova York”, declarou Omer Pardillo, ex-representante e guardião do legado da cantora. Foi nesta cidade que a artista encontrou o palco para sua consagração mundial, tornando-se um ícone para mulheres, pessoas negras e a comunidade LGBTQIA+ que reconhece nela uma inspiração para quebrar barreiras sociais e culturais.

Conhecida por suas pelucas vibrantes, vestidos exuberantes e presença magnética, Celia Cruz não só revolucionou a salsa, mas também deu voz a quem muitas vezes foi silenciado. Sua música ainda ecoa como um chamado à liberdade e à celebração da diversidade.

Um tributo que une gerações e culturas

O tributo também lembrou o pianista Eddie Palmieri, falecido recentemente, com uma versão especial de “Vámonos pa’l monte”. A noite culminou em uma festa coletiva, com todos os artistas no palco cantando “La vida es un carnaval”, hino que representa a alegria e a luta pela vida, tão presentes na trajetória de Celia Cruz.

Para a comunidade LGBTQIA+ de Nova York e do mundo, este tributo foi mais que um show: foi a reafirmação do poder transformador da arte de Celia, que continua a iluminar caminhos e a inspirar amor-próprio e resistência.

O próximo encontro será em Madrid, na Espanha, no dia 24 de agosto, mantendo viva a chama da rainha da salsa, que para sempre será um símbolo de autenticidade e orgulho.

Que tal um namorado ou um encontro quente?

Conheça homens reais perto de você

Quer conhecer caras agora? Vem pro Disponivel.com

  • ✔️ Perfis com vídeos, fotos e live cam
  • 📍 Encontros por proximidade
  • 🔥 Bate-papo por região 24h
Entrar grátis e ver quem tá online
Sair da versão mobile