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Ohana Azalee: primeira drag queen a comandar roda de samba no Brasil

Ohana Azalee quebra barreiras e transforma o samba em espaço seguro para a comunidade LGBTQIAPN+
Ohana Azalee: primeira drag queen a comandar roda de samba no Brasil

Ohana Azalee quebra barreiras e transforma o samba em espaço seguro para a comunidade LGBTQIAPN+

Ohana Azalee está prestes a entrar para a história do samba brasileiro ao se tornar a primeira drag queen a comandar uma roda de samba no país. O evento, chamado Nossa Roda, acontecerá no Rio de Janeiro e promete ser um marco de representatividade e acolhimento para a comunidade LGBTQIAPN+.

Um espaço de resistência e inclusão

Wallace Oliveira, que dá vida à Ohana Azalee, destaca a importância de ocupar um espaço tradicionalmente marcado pela cultura preta com uma figura queer. “O samba foi por muito tempo um território de resistência para a população negra, mas a comunidade LGBTQIA+ nem sempre teve protagonismo nesse meio, mesmo estando presente”, afirma Wallace.

Ao assumir o comando da roda de samba, Ohana transforma esse ambiente em um espaço seguro e acolhedor para todes. “Queremos criar um lugar onde todas as pessoas, independentemente de sua identidade, possam se sentir representadas e livres para celebrar”, completa.

Agenda e participação

As próximas rodas de samba comandadas por Ohana Azalee acontecerão no dia 30 de novembro, a partir das 18h, no Centro do Rio de Janeiro, e no dia 6 de dezembro, também às 18h, em Duque de Caxias. Os ingressos estão disponíveis a partir de R$ 10 na plataforma Guedder.

Com essa iniciativa, Ohana não só celebra sua trajetória como primeira drag queen sambista e pagodeira do Brasil, mas também abre caminho para que mais pessoas LGBTQIAPN+ ocupem espaços culturais importantes, promovendo visibilidade e fortalecimento da diversidade.

Impacto cultural e social

Ohana Azalee mostra que o samba, além de ser um ritmo de resistência negra, pode ser um território de inclusão e expressão para a comunidade queer. Essa quebra de paradigmas é fundamental para que a cultura popular brasileira reflita a pluralidade de suas vozes e histórias.

O protagonismo de Ohana inspira uma nova geração a reivindicar seu espaço em ambientes tradicionais, mostrando que arte e identidade caminham juntas na construção de uma sociedade mais justa e diversa.

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