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Oscar 2026 esnoba Wicked: Parte 2 após comportamento polêmico das estrelas

Ariana Grande e Cynthia Erivo foram ignoradas no Oscar após atitudes consideradas bizarras na divulgação do filme
Oscar 2026 esnoba Wicked: Parte 2 após comportamento polêmico das estrelas

Ariana Grande e Cynthia Erivo foram ignoradas no Oscar após atitudes consideradas bizarras na divulgação do filme

O aguardado Wicked: Parte 2 chegou ao streaming no Brasil, mas sua ausência nas principais categorias do Oscar 2026 deixou fãs e críticos perplexos. Por trás dessa surpresa, uma polêmica envolvendo as protagonistas Ariana Grande e Cynthia Erivo ganhou força nos bastidores da premiação.

Comportamento que afastou a Academia

Segundo relatos de insiders da indústria, a “estranha codependência” entre Ariana e Cynthia durante a turnê de divulgação do filme teria causado incômodo entre os votantes da Academia. Fontes afirmam que as aparições públicas das duas foram vistas como performances forçadas, quase um cosplay de amizade, o que gerou um desgaste na imagem do filme.

Momentos como a proteção exagerada que Erivo fazia para ajudar Ariana a controlar a ansiedade, além de leituras de aura em eventos de tapete vermelho, viralizaram nas redes sociais e foram rotulados como atitudes “bizarros” e cansativas para os eleitores do Oscar.

Impacto na recepção do filme

Um votante anônimo resumiu o sentimento da Academia: “O filme não era lá essas coisas e elas monopolizavam a atenção… Estávamos protegendo Ariana da ansiedade dela — e Cynthia de ter que intervir de novo”. Essa dinâmica pouco convencional acabou por afastar o filme e suas estrelas das indicações mais cobiçadas da premiação.

Apesar da rejeição no Oscar, Wicked: Parte 2 conquistou expressiva bilheteria global, ultrapassando a marca de US$ 500 milhões, o que mostra que a obra ainda possui um público fiel e engajado.

Reflexões para a comunidade LGBTQIA+

Essa situação evidencia como o comportamento público de artistas pode influenciar a percepção da indústria, especialmente em uma premiação tradicional como o Oscar. Para a comunidade LGBTQIA+, que valoriza a autenticidade e a representatividade, é um lembrete sobre os desafios de navegar entre exposição midiática e autoexpressão genuína.

Além disso, a rejeição do filme e das atrizes apesar do sucesso comercial aponta para as tensões entre o que é considerado “aceitável” ou “comercialmente viável” nos grandes palcos culturais. Em tempos em que o protagonismo queer e a diversidade ganham espaço, esse episódio reforça a necessidade de ampliar as narrativas e valorizar diferentes formas de expressão.

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