A cantora celebra o álbum ‘Fullgás’ e o amor plural que inspira sua arte e identidade
Pabllo Vittar, ícone da música e da representatividade LGBTQIA+, abriu seu coração em uma entrevista exclusiva para a Pitchfork, revelando qual é o disco que mais marcou sua vida e inspirou sua trajetória artística.
Sem hesitar, Pabllo destacou o álbum “Fullgás”, da lendária Marina Lima, como seu favorito. Para ela, o disco carrega uma energia única que remete às suas memórias de infância, além de transmitir uma sensação de vivacidade e sensualidade que ressoa profundamente com sua identidade.
Uma conexão emocional e revolucionária
“Esse álbum tem uma energia maravilhosa, e as letras me fazem sentir tão viva e sexy porque fala de diferentes tipos de amor, diferentes maneiras de se apaixonar”, declarou Pabllo. A cantora ressaltou que a faixa-título “Fullgás” é sua preferida, uma canção que traduz toda a intensidade e liberdade que ela busca transmitir em sua arte.
Essa conexão vai além da música: no Lollapalooza Brasil 2025, Pabllo teve a honra de dividir o palco com Marina Lima, em uma performance emocionante da música que tanto admira. “Nós cantamos juntas e eu fiquei enlouquecida porque eu amo muito ela e sou uma grande fã. E foi maravilhoso. É tão bom quando você encontra tempo para cantar com pessoas que você ama. Eu sou muito sortuda. Te amo Marina!”, celebrou a cantora.
Representatividade e amor em todas as formas
Para a comunidade LGBTQIA+, a declaração de Pabllo é um poderoso manifesto que reforça a importância do amor em suas múltiplas formas. Em um cenário musical ainda marcado por desafios, a escolha do álbum Fullgás como favorito destaca letras que falam de paixão, diversidade e autenticidade, temas que dialogam diretamente com a vivência queer e a busca por liberdade.
Pabllo Vittar não apenas reafirma seu talento, mas também mostra que a música pode ser um espaço de acolhimento e celebração da diversidade, inspirando gerações a se reconhecerem, se amarem e se empoderarem.
Em tempos onde a representatividade é mais urgente do que nunca, o elo entre Pabllo e Marina Lima ilumina a força transformadora da arte que abraça todas as identidades e afetos.
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