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Pastor cristão é preso tentando se envolver com garoto de 14 anos em app gay

Pastor cristão é preso tentando se envolver com garoto de 14 anos em app gay

Líder religioso de Las Vegas renuncia após ser flagrado em operação contra abusadores infantis

Em Las Vegas, Nevada, um episódio chocante expôs mais uma vez a hipocrisia de alguns líderes religiosos que pregam moralidade, mas cometem atos repugnantes. Neal Creecy, pastor sênior da Redemption Church e figura conhecida da comunidade cristã local, foi preso após ser flagrado tentando marcar encontro sexual com um policial disfarçado de garoto de 14 anos em um aplicativo de encontros gay chamado Sniffies.

A prisão ocorreu no dia 7 de agosto, quando o pastor de 46 anos confessou ter enviado mensagens de teor sexual ao agente disfarçado e concordado em se encontrar para atividades íntimas. É importante destacar que a idade de consentimento em Nevada é 16 anos, tornando o ato crime grave.

Renúncia e repercussão na comunidade

Logo após a prisão, Creecy entrou em contato com a liderança da igreja para confessar o ocorrido e apresentar sua renúncia, que foi aceita imediatamente. W. Don Seaborg, presidente do suporte pastoral da Redemption Church, declarou que Creecy, fundador da igreja em 2018 e com três décadas de experiência religiosa, precisou deixar o ministério para responder à justiça.

O pastor foi um entre oito homens presos em uma operação policial de duas semanas em Las Vegas contra predadores infantis. Ele pagou uma fiança de 10 mil dólares e aguarda audiência marcada para 2 de setembro.

O ciclo de hipocrisia e a luta LGBTQIA+

Casos como o de Neal Creecy reforçam um triste padrão em que figuras públicas conservadoras e cristãs, que frequentemente atacam pessoas LGBTQIA+ sob a acusação de “grooming” e “sexualização de crianças”, se envolvem em crimes sexuais contra menores. Esse tipo de contradição alimenta o medo e o preconceito contra a comunidade queer, enquanto desvia a atenção dos verdadeiros abusadores.

É fundamental, para a comunidade LGBTQIA+ e seus aliados, permanecer vigilante e denunciar essas atitudes hipócritas que tanto prejudicam nossa luta por respeito, direitos e segurança.

Este caso serve como um alerta para que não se confunda discursos de ódio com proteção às crianças. A verdadeira proteção vem da responsabilização dos agressores e do apoio a políticas inclusivas e educativas que valorizem todas as diversidades.

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