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“Petição da Faithful America Levanta Questões sobre o Futuro do Departamento de Educação e a Inclusão nas Escolas”

"Petição da Faithful America Levanta Questões sobre o Futuro do Departamento de Educação e a Inclusão nas Escolas"

"Petição da Faithful America Levanta Questões sobre o Futuro do Departamento de Educação e a Inclusão nas Escolas"

Um grupo de defesa cristã conhecido por seu apoio à comunidade LGBT e sua luta por justiça social lançou uma petição online em resposta às recentes medidas da administração Trump que visam desmantelar o Departamento de Educação dos EUA. A controvérsia começou em março, quando a Secretária de Educação, Linda McMahon, anunciou planos para eliminar o departamento, que atende mais de 90% das crianças americanas e que, em 2024, teve um orçamento de mais de 268 bilhões de dólares, representando 4% dos gastos federais. Este plano inclui a demissão de metade dos funcionários do departamento para acelerar o processo de desmantelamento.

A Faithful America, que surgiu como um desdobramento do Conselho Nacional de Igrejas em 2004, vê a eliminação do Departamento de Educação como um passo perigoso em direção ao controle teocrático. O grupo acredita que essa ação está alinhada com a agenda de extrema-direita do Projeto 2025, da qual o ex-presidente Donald Trump se distanciou durante a eleição presidencial de 2024. Em sua petição, a Faithful America, que conta com quase 200 mil membros, pede que os cristãos se unam contra essa movimentação, afirmando que “forçar o cristianismo sobre os outros não espalha nossa fé, mas a corrompe”.

O grupo se declarou profundamente preocupado com os cortes radicais propostos por Donald Trump e Elon Musk ao Departamento de Educação, afirmando que esses cortes visam transformar as escolas públicas em instituições que impõem uma forma específica de cristianismo às crianças ou que as fechem. A Faithful America defende que todas as crianças merecem o direito à educação, independentemente de suas crenças, aparência, identidade ou origem.

Historicamente, a organização tem se posicionado em defesa de causas progressistas, incluindo o casamento entre pessoas do mesmo sexo, controle de armas e direitos dos transgêneros, e pede um Departamento de Educação forte e bem financiado para proteger os direitos das crianças e garantir a separação entre igreja e estado.

As ações do governo Trump receberam elogios de conservadores cristãos proeminentes, como Tony Perkins, do Conselho de Pesquisa Familiar, que considerou essas medidas uma “vitória para as famílias”. O Superintendente das escolas públicas de Oklahoma, Ryan Walters, também elogiou a decisão, afirmando que a eliminação do departamento federal daria mais flexibilidade para os estados decidirem como usar os fundos públicos para a educação.

Em um comunicado, a Faithful America reafirmou que o nacionalismo cristão não deve ter lugar nas escolas, defendendo que a educação deve ser um espaço seguro e inclusivo para todos os alunos. O grupo também promove iniciativas que visam apoiar e proteger crianças transgênero, destacando que “todas as pessoas transgênero são vistas, conhecidas e amadas por Deus”.

Diante dessas mudanças políticas, a Faithful America continua sua luta por um sistema educacional que respeite a diversidade e os direitos de todas as crianças, garantindo um futuro mais justo e igualitário para todos, especialmente para a comunidade LGBT.

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