Jay-Z e Beyoncé enfrentaram ameaças de morte após um processo judicial considerado malicioso e fictício, que acusava o rapper de ter atacado uma garota de 13 anos. O processo, registrado em dezembro de 2024, alegava que Jay-Z, cujo nome verdadeiro é Shawn Carter, teria cometido o crime em uma festa do MTV Video Music Awards de 2000, supostamente com a participação de Sean ‘Diddy’ Combs. No entanto, a acusadora retirou o caso logo após a sua apresentação.
Como resposta, Carter processou o advogado da acusadora, Tony Buzbee, alegando que as declarações públicas de Buzbee causaram danos significativos, incluindo ameaças de morte contra ele e sua esposa. Documentos do tribunal revelam que o casal recebeu mensagens perturbadoras, onde indivíduos faziam comentários como: “Mal posso esperar para vocês se juntarem (a Combs) na prisão… e depois no inferno.” Outros comentários rotulavam Carter como “satanista”, “terrorista” e “monstro”, além de incluir ameaças explícitas de morte.
Carter ainda afirmou que Buzbee apresentou o processo um dia antes da estreia de Beyoncé como Mufasa, para forçá-lo a escolher entre ir ao evento com sua filha ou evitar a atenção da mídia. O rapper de 55 anos descreveu as alegações como “frívolas, fictícias e repugnantes”, expressando alívio após a desistência do caso. “Hoje é uma vitória”, disse ele, chamando a batalha legal de “ridícula”, mas ressaltando a seriedade da situação.
Em sua declaração, Carter criticou o sistema judicial por permitir tais acusações falsas sem consequências. “O trauma que minha esposa, meus filhos, meus entes queridos e eu suportamos nunca pode ser desconsiderado”, afirmou. Ele também pediu aos tribunais que equilibrem a proteção das vítimas e a salvaguarda dos inocentes contra acusações infundadas. Enquanto isso, Combs, que também enfrenta várias batalhas legais, continua a negar todas as acusações contra ele.
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