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Reino Unido: após acusações de homofobia, rede de fast food fecha restaurante

Chick-fil-A

Foto: reprodução

Seis meses após a primeira franquia da rede de fast food Chick-fil-A ser aberta no Reino Unido, a mesma foi fechada nesta semana após ativistas LGBT protestarem contra a rede americana, acusando-a pelo seu histórico de doações a organizações LGBTfóbicas nos Estados Unidos. As informações são da revista Atittude.

Aberto em Reading, Berkshire, em outubro de 2019, o restaurante estava instalado no shopping The Oracle e passava pelo período de seis meses de teste. Tão logo fundado, tornou-se alvo de críticas dos ativistas locais. E não à toa.

Em 2012, o presidente da rede, Dan T. Cathy, opôs-se publicamente ao casamento igualitário. Poucos anos antes, a Chick-fil-A já passava por uma crise de relações públicas quando a Forbes levantou, mais uma vez, o histórico de doações milionárias a organizações que vão de casas que faziam a “terapia” de “cura gay” a grupos de religiosos fundamentalistas.

Após os protestos, o Oracle decidiu não continuar com a franquia do restaurante para além dos seis meses previstos. A Chick-fil-A já comunicou que cortou laços com as entidades conservadoras.

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