Segundo a LGBT Hero, organização do Reino Unido, cresceu em 44%, em comparação aos três primeiros meses do ano, o número de pessoas que acessaram páginas da internet de suporte a quem tem pensamentos suicidas – 11 mil pessoas as buscaram. As informações são da BBC.
Outras entidades de caridade relataram que usuários de seus serviços cometeram suicídio. A LGBT Foundation, por sua vez, divulgou em pesquisa que 37% dos entrevistados relataram ter a saúde mental como uma de suas três principais preocupações durante o período lockdown causado pela pandemia.
Além disso, entrevistados disseram ter retomado hábitos de automutilação, depressão e pensamentos suicidas.
Em entrevista ao PinkNews, representantes da organização Rainbow Project, da Irlanda do Norte, disseram que o governo nada faz a respeito disso.
“Apenas nas últimas três semanas, conhecemos três que se tiraram a própria vida”, contou Gavin Boyd.
Outro representante, por sua vez, falou anonimamente ao site: “O governo fez absolutamente nada para ajudar entidades LGBT locais para darem conta da alta demanda dos usuários de nossos serviços, que já enfrentavam dificuldades”.
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