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“Repercussão de piada de Gayle King levanta debate sobre linguagem ofensiva na televisão: o que isso revela sobre a responsabilidade da mídia?”

"Repercussão de piada de Gayle King levanta debate sobre linguagem ofensiva na televisão: o que isso revela sobre a responsabilidade da mídia?"
"Repercussão de piada de Gayle King levanta debate sobre linguagem ofensiva na televisão: o que isso revela sobre a responsabilidade da mídia?"

Na última quinta-feira, durante a transmissão do programa “CBS Mornings”, a apresentadora Gayle King gerou polêmica ao repetir uma piada de Matteo Lane, um comediante abertamente gay. Enquanto conversava sobre o humor de Lane, King mencionou um trecho de sua rotina em que ele fala sobre mulheres brancas e suas reações após beber vinho rosé. Ao fazer isso, ela usou uma gíria ofensiva voltada para a comunidade LGBTQ+, o que deixou muitos espectadores chocados. A expressão, que foi proferida ao vivo, fez com que Lane risse, mas também levantou questionamentos sobre o uso de termos assim na televisão durante o horário nobre.

“O que você está falando?” foi a pergunta de King após Lane explicar sua piada, enquanto o comediante expressava seu afeto por ela com um “Eu te amo, Gayle King”. A repercussão nas redes sociais foi instantânea, com muitos usuários expressando sua incredulidade. Um espectador comentou: “Eu tive que assistir isso pelo menos seis vezes. Ela realmente disse isso?”. Outro internauta lamentou que o uso do termo, que carrega um histórico de opressão para muitos homens gays, tenha sido tratado de forma tão casual em uma plataforma tão visível.

Após a repercussão negativa, a CBS removeu o clipe com a gíria de suas plataformas sociais, embora Lane tenha compartilhado uma versão editada do programa em sua conta do Instagram. Até o momento, tanto Gayle King quanto Matteo Lane não comentaram oficialmente sobre a situação. A troca entre eles levanta importantes questões sobre a responsabilidade dos meios de comunicação em abordar temas sensíveis, especialmente quando se trata de linguagem que pode ser prejudicial para comunidades marginalizadas.

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