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Rihanna é Smurfette em filme que fracassa com James Corden

Rihanna é Smurfette em filme que fracassa com James Corden

Animação tenta reviver Smurfs com Rihanna, mas tropeça na presença apagada de James Corden

Depois de quase uma década sem lançar um álbum de estúdio, Rihanna retorna em um projeto que parecia promissor: a nova animação dos Smurfs, onde ela empresta sua voz para a personagem Smurfette. A expectativa era alta, principalmente para os fãs LGBTQIA+ que acompanham a carreira da cantora e esperavam uma produção vibrante e representativa. No entanto, o filme entrega uma experiência confusa e desanimadora, especialmente por colocar James Corden em um papel central que ofusca até mesmo a presença da diva pop.

Uma trama confusa e um protagonismo controverso

O filme tenta narrar a jornada de No Name Smurf, personagem sem nome e sem personalidade definida, vivido por James Corden. Diferente dos outros Smurfs, que possuem características claras como “Zangado” ou “Cérebro”, No Name carece de uma identidade, o que resulta em um roteiro arrastado e pouco envolvente. Rihanna, como Smurfette, aparece mais como um apoio motivacional do que como protagonista, deixando um gostinho de que sua participação foi subutilizada.

Na trama, Papa Smurf é sequestrado por um feiticeiro intergaláctico, e cabe a No Name, Smurfette e outros personagens embarcar em uma aventura por múltiplas dimensões para salvá-lo. Apesar da tentativa de criar um universo rico, a narrativa é carregada de explicações confusas e elementos jogados ao acaso, como a inclusão de irmãos secretos de Papa Smurf, que não acrescentam à história e só geram mais confusão.

O que deu errado na animação dos Smurfs?

O diretor Chris Miller e a roteirista Pam Brady parecem ter se perdido entre as múltiplas tentativas de modernizar a série clássica, misturando cenas animadas com trechos em live action que mais parecem soluções emergenciais. As músicas, que deveriam ser o destaque para uma produção com Rihanna, são poucas e pouco memoráveis, e uma delas até é cantada por James Corden, que não tem a melhor reputação entre o público.

Além disso, a animação, apesar de visualmente agradável em alguns momentos, não consegue sustentar a narrativa. A sensação é de que o filme tenta ser uma mistura de aventura multiversal, musical e comédia pastelão, mas acaba não acertando em nenhum desses tons. É frustrante ver uma artista tão icônica como Rihanna em uma produção que não faz jus ao seu talento e potencial.

Um convite à reflexão sobre representatividade e protagonismo

Para a comunidade LGBTQIA+, que celebra figuras como Rihanna que desafiam padrões e inspiram através da arte, essa animação dos Smurfs é um lembrete de como projetos podem falhar quando não valorizam a voz e a presença dos artistas envolvidos. O filme não explora o carisma e a força de Rihanna, limitando sua Smurfette a um papel secundário, enquanto o foco fica em um personagem genérico e pouco cativante.

Apesar das falhas, é importante reconhecer a tentativa de trazer uma mulher negra e poderosa para um universo infantil tão tradicional. Esperamos que futuras produções aprendam com esses erros e entreguem histórias que realmente reflitam a diversidade e o brilho dos talentos LGBTQIA+ que conquistam o mundo.

Em resumo, o filme “Smurfs” com Rihanna como Smurfette é uma aposta que não deu certo. A promessa de uma aventura divertida e musical se perde em um roteiro desconexo e em escolhas equivocadas de protagonismo, deixando o público, especialmente os fãs da cantora e da comunidade LGBTQIA+, com um sentimento de decepção e um chamado para que a representatividade seja tratada com mais respeito e cuidado.

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