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Rolling Stone revela as 250 maiores músicas do século XXI

Beyoncé, Taylor Swift e Kendrick Lamar brilham em ranking que celebra a diversidade musical do século
Rolling Stone revela as 250 maiores músicas do século XXI

Beyoncé, Taylor Swift e Kendrick Lamar brilham em ranking que celebra a diversidade musical do século

Em uma celebração vibrante e cheia de diversidade, a icônica revista Rolling Stone lançou recentemente sua lista com as 250 maiores músicas do século XXI. O ranking abraça uma variedade impressionante de estilos, vozes e ritmos, capturando a essência caótica e única da música feita nos últimos 25 anos.

Com uma seleção que mescla sucessos universais e clássicos cultuados por fãs ao redor do mundo, a lista traz nomes que ressoam fortemente no cenário global e também reverbera entre a comunidade LGBTQIA+ por sua representatividade e impacto cultural.

O topo do ranking e a diversidade musical

Encabeçando o ranking está o hit irresistível e revolucionário “Get Ur Freak On”, de Missy Elliott, lançado em 2001. A escolha não poderia ser mais emblemática para o público queer, pois Missy é ícone da cultura hip hop e da luta por espaços para artistas marginalizados.

Logo atrás, nomes como Beyoncé, Taylor Swift e Kendrick Lamar marcam presença com faixas que se tornaram hinos de gerações, reafirmando seu papel como vozes poderosas e transformadoras dentro da indústria musical.

Representatividade e empoderamento no ranking

O destaque para artistas como Beyoncé, cuja música “Crazy in Love” figura no top 10, é uma reafirmação do poder do empoderamento feminino e negro. Taylor Swift, com a emocionante “All Too Well”, e Kendrick Lamar, com o contundente “Alright”, também refletem a pluralidade e as narrativas diversas que ecoam dentro da comunidade LGBTQIA+ e além.

A lista evita repetições de obras de um mesmo artista, valorizando a riqueza e a pluralidade da cena musical contemporânea, que se desdobra em inúmeros gêneros e estilos.

Celebrando a música que nos une

Entre os 250 nomes, encontramos desde o pop vibrante de Britney Spears com “Toxic”, passando pelo indie emocionante de Mitski em “Your Best American Girl”, até o reggaeton e trap de Bad Bunny, fenômeno global e voz fundamental para a representatividade latina e queer.

Essa seleção é um convite para revisitar canções que, seja pela batida, letra ou significado, transformaram vidas, deram voz a quem precisava ser ouvido e criaram pontes afetivas para a comunidade LGBTQIA+ e todos os amantes da música.

Assim, a Rolling Stone não só entrega um ranking, mas um manifesto de diversidade, resistência e celebração da cultura musical do século XXI, onde cada faixa é um capítulo da história sonora que conecta, emociona e empodera.

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