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Schiaparelli: moda surrealista que transcende gerações e inspira a comunidade LGBTQIA+

Schiaparelli: moda surrealista que transcende gerações e inspira a comunidade LGBTQIA+

Exposição em Londres celebra a ousadia e arte da maison Schiaparelli, ícone da moda queer e da colaboração artística

Prepare seu coração fashionista, porque o Victoria & Albert Museum de Londres acaba de abrir as portas para uma viagem surrealista ao universo da Schiaparelli, uma casa de moda italiana que há um século mistura arte, provocação e uma pitada de ousadia que ressoa profundamente com a comunidade LGBTQIA+.

Moda que é pura arte e atitude

Desde os anos 1930, quando Elsa Schiaparelli criou sua marca em Paris, ela não só reinventou o vestuário feminino — como trouxe para as passarelas a colaboração com artistas visionários como Salvador Dalí e Jean Cocteau. O resultado? Peças que ultrapassam a função de roupa e se tornam ícones culturais, carregadas de simbolismo e irreverência.

Na exposição “Schiaparelli: Fashion Becomes Art”, você encontra cerca de 400 objetos que narram essa trajetória única. Entre eles, o famoso Vestido Lagosta, uma peça branca de seda adornada com uma lagosta vermelha, criada em parceria com Dalí e eternizada no corpo da socialite Wallis Simpson. Ao lado, o polêmico Vestido Esqueleto, que parece uma tatuagem tridimensional de ossos, chocando e encantando desde 1938, quase como um manifesto punk antevendo o futuro.

De Elsa Schiaparelli a Daniel Roseberry: uma herança viva

Mais do que história, a Schiaparelli é um movimento contínuo. O atual diretor criativo, Daniel Roseberry, mantém viva essa aura de vanguarda, vestindo estrelas como Ariana Grande, que brilhou no Oscar com um vestido cravejado de joias e uma homenagem ao clássico “O Mágico de Oz”. É a alta-costura que se reinventa e dialoga com o presente, trazendo para o tapete vermelho e para o nosso imaginário uma estética que celebra a diversidade e a quebra de padrões.

Essa conexão com a comunidade LGBTQIA+ é palpável: a moda de Schiaparelli sempre foi sobre a liberdade de expressão, o jogo com o absurdo e a subversão das normas. A exposição deixa claro que para Elsa, criar moda era uma forma de arte — e para nós, essa arte é um espaço de afirmação, identidade e resistência.

Impacto cultural e legado queer

A mostra, que vai até novembro, não é só um convite para admirar vestidos e acessórios, mas um chamado para refletir sobre como a moda pode ser um ato político e poético. Schiaparelli nos lembra que ousar ser quem somos, com roupas que contam histórias e desafiam o óbvio, é uma forma poderosa de existir.

Na comunidade LGBTQIA+, essa narrativa ressoa com força: é sobre celebrar o corpo, a arte e a liberdade de ser — uma celebração da diversidade que se expressa também no vestuário, no estilo e na coragem de quebrar moldes. Schiaparelli é mais que moda; é uma revolução estética que nos inspira a sermos autênticos e criativos em cada escolha.

Essa exposição é um lembrete vibrante de que a moda transcende o tecido e as costuras. Ela é cultura, emoção e identidade. Para a comunidade LGBTQIA+, Schiaparelli é um ícone que representa a beleza do diferente, o poder da arte e a coragem de transformar o mundo com estilo e atitude.

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