Cantor do Pentatonix escolhe Lady Gaga para primeira dança e destaca seu impacto na comunidade queer
Scott Hoying, integrante do grupo vocal Pentatonix e participante da nova temporada do reality Dancing with the Stars, escolheu uma homenagem especial para sua estreia na pista de dança. Em sua primeira apresentação, ele e sua parceira, Rylee Arnold, dançaram um tango ao som de “Abracadabra”, hit de Lady Gaga, artista que ele enaltece como uma verdadeira aliada da comunidade LGBTQ+.
Lady Gaga como símbolo de autenticidade e representatividade
Para Scott, a escolha da música de Lady Gaga não foi por acaso. Ele destacou a autenticidade da cantora e sua postura firme em apoiar a comunidade queer, mesmo quando isso não era popular ou mainstream. “Ela sempre foi fiel a si mesma, é uma artista inspiradora e multifacetada. Gaga faz de tudo, transita por estilos e não se deixa prender a rótulos”, comentou o cantor.
Ele ainda ressaltou que Lady Gaga “moveu a agulha” da visibilidade LGBTQ+ de uma forma que muitas vezes passa despercebida, e que seu impacto vai muito além da música. “Ela realmente defende a causa quando ninguém mais fazia isso”, declarou entusiasmado.
Dançar como ato de cura e expressão
Além de sua admiração por Gaga, Scott compartilhou que voltar a dançar no programa tem um significado pessoal e terapêutico. “Dançar sempre foi algo que amei desde criança, e estar aqui é uma forma de cura”, revelou.
Na estreia, a dupla conquistou uma pontuação de 10/20, com elogios do juiz Derek Hough que qualificou a performance como “impressionante”. Enquanto isso, outros competidores, como Robert Irwin e Whitney Leavitt, receberam notas mais altas, e a competição segue acirrada, com eliminações previstas para os próximos episódios.
Dancing with the Stars e a visibilidade LGBTQ+
O programa Dancing with the Stars, exibido pela ABC e disponível no Disney+, tem se destacado por incluir participantes abertamente LGBTQ+, promovendo diversidade e representatividade na televisão. Scott Hoying, assumidamente gay, é um exemplo de como o entretenimento pode ser um espaço de empoderamento e celebração das identidades queer.
Com sua escolha musical e palavras de admiração, Scott reafirma a importância de artistas como Lady Gaga, que não só brilham nos palcos, mas também são vozes essenciais para a comunidade LGBTQ+. Essa conexão entre música, dança e ativismo emociona e inspira uma legião de fãs que acompanham cada passo desse espetáculo.