Mostra NAPE destaca diversidade e talento maranhense com entrada gratuita e preços populares
Em homenagem ao Dia Mundial do Teatro, o Teatro Napoleão Ewerton, do Sesc Maranhão, promove a Mostra NAPE 2026, uma programação especial com espetáculos regionais que exploram temas como afetos, ancestralidade, corpo e movimento. De 23 a 30 de março, o público poderá conferir gratuitamente ou com ingressos a preços populares uma série de apresentações que celebram a diversidade e a criatividade dos artistas maranhenses.
Espetáculos que revelam histórias e identidades
A Mostra NAPE começa com “A-Mar”, do Coletivo Tucum, uma performance inspirada na obra de Clarice Lispector, que será apresentada no dia 23 de março, às 11h30, no Teatro de Bolso da UFMA. Já o Coletivo Mulungu traz “Flor de Mulungu” no dia 26, às 19h, na Casa das Pretas, no bairro Coroadinho, um espetáculo que exalta a força da mulher negra, refletindo sobre identidade, protagonismo e resistência social.
Poéticas, cores e irreverência no palco do Sesc
Em 27 de março, a atriz Áurea Maranhão protagoniza “Argila”, solo teatral que dialoga entre mito e ciência, convidando o público a moldar coletivamente o futuro. No dia seguinte, 28 de março, o ator Ricardo Torres apresenta “Prazer, profissão drag queen”, um espetáculo que mergulha no universo colorido e desafiador da cultura drag, trazendo irreverência e emoção ao palco.
Encerramento com dança e celebração da vida
Fechando a Mostra, o espetáculo de dança “Raízes”, de Valdenira Baima, acontece no dia 30 de março, às 19h, na sede do projeto PEADS, bairro Sacavém. A obra é uma profunda reflexão sobre a vida cotidiana, autoconhecimento e celebração diante dos desafios.
A Mostra NAPE reafirma o compromisso do Sesc com a democratização do acesso à cultura, valorizando o talento local e promovendo inclusão social por meio da arte.
Essa celebração da Semana Mundial do Teatro, com seu foco na cultura regional e diversidade, é um convite para que a comunidade LGBTQIA+ se reconheça nas múltiplas formas de expressão e resiliência presentes nos palcos. A arte cênica aqui se torna palco de acolhimento, empoderamento e afirmação identitária, ampliando o diálogo e fortalecendo laços afetivos dentro e fora da comunidade.
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