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Sir Bradley Wiggins denuncia ambiente homofóbico e racista no ciclismo britânico

Sir Bradley Wiggins denuncia ambiente homofóbico e racista no ciclismo britânico

Lenda do ciclismo revela nos bastidores do esporte comentários discriminatórios e pede respeito e inclusão

Sir Bradley Wiggins, ícone do ciclismo britânico e vencedor do Tour de France em 2012, fez revelações impactantes em sua nova autobiografia The Chain, expondo um ambiente tóxico e discriminatório dentro da equipe nacional de ciclismo do Reino Unido.

Durante seus 18 anos de carreira na elite do esporte, principalmente no Manchester Velodrome, Wiggins ouviu comentários que classificou como racistas, sexistas e homofóbicos, feitos por uma figura de autoridade da instituição. Ele relata que essas falas ofensivas se dirigiam a atletas como Victoria Pendleton, Shanaze Reade e até a um funcionário gay, que acabou deixando o time por não suportar o clima hostil.

Relatos de um ambiente hostil no ciclismo britânico

Wiggins descreve que o limite entre críticas construtivas e ofensas muitas vezes era ultrapassado, criando um ambiente onde o respeito e a empatia eram escassos. Um episódio especialmente marcante foi a associação pejorativa entre o desempenho de uma atleta e seu ciclo menstrual, um comentário feito por um “senior person” da equipe que chocou os presentes.

Além disso, os insultos raciais direcionados a Reade deixaram os colegas perplexos, revelando um preconceito que não deveria existir em um esporte que valoriza a diversidade e o talento.

O impacto da discriminação e a luta por mudanças

O ex-ciclista deixou claro que, se alguém deveria ter deixado a equipe por causar danos ao ambiente, seria a pessoa que proferiu os ataques, e não os que sofreram com eles. Ele também questiona a consistência das medidas disciplinares adotadas na época, sugerindo a existência de um duplo padrão.

Após sua aposentadoria, Wiggins rejeitou uma homenagem planejada pela British Cycling, sentindo-se rejeitado e desvalorizado pela entidade que deveria apoiá-lo.

Em resposta às denúncias, a British Cycling afirmou que não tolera qualquer forma de discriminação e destacou as mudanças implementadas após o Cycling Independent Review de 2017, que visam criar um ambiente mais seguro, inclusivo e respeitoso para todos os atletas.

Reflexão para o futuro do esporte

Embora reconheça os avanços ocorridos desde sua saída, Wiggins enfatiza que ainda há muito a ser feito para garantir que futuras gerações de ciclistas sejam tratadas com dignidade e igualdade. Seu relato serve como um chamado urgente para que o ciclismo britânico, e o esporte em geral, fortaleçam a cultura de inclusão e respeito, valores essenciais para a construção de um ambiente saudável e acolhedor.

Essa denúncia reverbera também para a comunidade LGBTQIA+, que busca constantemente espaços onde possa competir e se expressar livremente, sem medo de preconceitos. O testemunho de Wiggins reforça a importância de continuar lutando contra o machismo, o racismo e a homofobia, para que o esporte seja uma celebração da diversidade e do talento de todas as pessoas.

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