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Startup paga multa milionária por falsa parceria com Rihanna

Startup paga multa milionária por falsa parceria com Rihanna

Empresa usou nome e imagem da cantora para enganar investidores sobre ‘RiRi Rum’

Uma startup de bebidas dos Estados Unidos está pagando uma multa superior a US$ 1 milhão após ser acusada de enganar investidores ao divulgar uma parceria falsa com a cantora e empresária Rihanna, famosa também por sua identidade LGBTQIA+ como ícone de representatividade.

A empresa The3rdBevco, baseada em Long Island, e seu fundador Peter Scalise III, foram multados pela Securities and Exchange Commission (SEC), o órgão regulador do mercado de investimentos nos EUA, por terem afirmado que trabalhavam em conjunto com Rihanna e seu irmão Rorrey Fenty para desenvolver uma marca de rum chamada “RiRi Rum”.

O golpe por trás do “RiRi Rum”

Segundo a SEC, embora tenha existido um acordo de intenção para que Rorrey Fenty atuasse como consultor estratégico da The3rdBevco, nunca houve qualquer negociação ou contato oficial com Rihanna ou sua equipe para criar o produto alcoólico. Ainda assim, a startup divulgou para investidores que a parceria era real, utilizando sem permissão a marca “RiRi”, fotos, músicas e até uma assinatura falsa da artista em apresentações.

Rorrey Fenty, que é irmão da cantora, chegou a prometer que facilitaria uma reunião entre a empresa e Rihanna, mas o contrato nunca foi finalizado e ele não chegou a prestar serviços para a companhia. Ele também fez reclamações internas sobre o uso indevido da imagem da irmã.

Impactos e desdobramentos

Além da falsa parceria, a SEC acusou a The3rdBevco e seu fundador de vender ações não registradas e desviar cerca de US$ 900 mil dos investidores para despesas pessoais, como pagamento de hipoteca e até jardinagem.

O advogado da empresa afirmou que os clientes estão satisfeitos por terem resolvido o caso. Rihanna e seu irmão não foram acusados de envolvimento nas irregularidades e não comentaram o ocorrido.

Repercussão para o público LGBTQIA+

Rihanna é uma das vozes mais fortes e admiradas na comunidade LGBTQIA+, e seu impacto vai além da música, influenciando moda, beleza e representatividade. A tentativa de exploração comercial de sua imagem reflete a importância de proteger artistas e suas identidades contra fraudes que podem afetar tanto a reputação quanto o engajamento com seus fãs.

Este caso serve como alerta para quem investe em marcas associadas a celebridades e reforça a necessidade de transparência e ética no mercado, especialmente em setores que dialogam com públicos diversos e inclusivos.

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