De Britney Spears a Michael Jordan, relembre os comerciais que definiram o Super Bowl e a publicidade mundial
O Super Bowl é muito mais do que o maior evento esportivo dos Estados Unidos; ele é também um palco para comerciais que se tornam parte da cultura pop global. Desde a primeira edição em 1967, quando um spot de apenas 3 segundos custava cerca de 40 mil dólares para um público de 24 milhões, a publicidade no intervalo do jogo evoluiu para espetáculos cinematográficos que custam milhões e reúnem celebridades e mensagens poderosas.
O impacto cultural dos comerciais do Super Bowl
Um marco importante foi o comercial da Apple “1984”, que revolucionou a forma como as marcas investem no Super Bowl. Com uma narrativa ousada, ele consolidou o potencial de alcance e influência dos anúncios durante a partida. Hoje, um espaço de 30 segundos pode custar mais de 8 milhões de dólares para alcançar mais de 120 milhões de espectadores.
7 comerciais que entraram para a história
1. Britney Spears e a “Joy of Pepsi” (2001)
Na época em que Britney estava no auge, ela estrelou um comercial para a Pepsi que remetia ao seu icônico show do MTV Video Music Awards de 2000. Com figurinos brilhantes e coreografias marcantes, a campanha capturou a energia e o carisma da diva pop, que ainda foi a atração do intervalo do Super Bowl daquele ano.
2. FedEx e o filme “Náufrago” (2000)
Tom Hanks conquistou o público como o sobrevivente Chuck em “Náufrago”, e a FedEx aproveitou para criar um divertido comercial que brincava com a entrega de um pacote em circunstâncias improváveis, com direito à icônica bola “Wilson”.
3. “The Force” da Volkswagen (2012)
Esse anúncio fofo e criativo mostrava um menino vestido de Darth Vader tentando usar a Força em casa, até que o pai o surpreende controlando o carro remotamente. O sucesso foi tão grande que a Volkswagen lançou o vídeo completo no YouTube dias antes do jogo, gerando um enorme buzz nas redes sociais.
4. Michael Jordan e Larry Bird disputando um Big Mac (1993)
Dois ícones do basquete em uma competição amigável para ganhar um Big Mac e batatas fritas, com uma disputa que se estende até o topo do Hancock Center, esse comercial divertiu fãs de esportes e fast food, tornando-se inesquecível.
5. Os sapos da Budweiser (1995)
Três sapos chamados Bud, Weis e Er crocando o nome da marca conquistaram o público com simplicidade e carisma, tornando-se personagens memoráveis da década de 90.
6. “Whassup?” da Budweiser (1999)
Um dos bordões mais conhecidos dos anos 90, “Whassup?” nasceu nesse comercial que mostrava amigos se cumprimentando de forma exagerada e divertida. A campanha ganhou o Grand Prix de Cannes e entrou para o vocabulário popular, sendo até resgatada durante a pandemia para estimular o contato entre amigos.
7. Britney Spears, Beyoncé e Pink como gladiadoras da Pepsi (2004)
Reunindo três das maiores estrelas pop da época, esse comercial épico mostrava as artistas entrando no Coliseu como gladiadoras e, em vez de lutar, unindo-se para cantar “We Will Rock You” do Queen, entregando Pepsi para o público e criando uma atmosfera de empoderamento e festa.
O legado dos comerciais do Super Bowl
Esses comerciais não são apenas anúncios; são momentos que refletem e influenciam a cultura popular, criando conexões emocionais e diálogos sociais. Para a comunidade LGBTQIA+, que valoriza representatividade e expressão autêntica, esses vídeos mostram como a publicidade pode celebrar diversidade, criatividade e o poder da arte para unir pessoas em torno de causas e entretenimento.
O Super Bowl, portanto, vai além do esporte: é um evento que molda tendências, inspira conversas e celebra a cultura pop em sua forma mais vibrante e inclusiva. Cada comercial icônico é um lembrete de que, na publicidade, assim como na vida, a originalidade e a coragem para se destacar fazem toda a diferença.
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