Atriz conta qual novela não gostou de fazer e destaca personagem que virou ícone entre o público gay
Susana Vieira, uma das atrizes mais icônicas da televisão brasileira, não tem papas na língua quando o assunto é sua carreira. Em participação recente no programa “Encontro com Patrícia Poeta”, a veterana surpreendeu ao revelar qual novela ela menos gostou de fazer ao longo de sua trajetória na Globo, que começou na década de 1970.
Com seu humor afiado, Susana explicou que a frustração não veio de conflitos pessoais, mas da forma como seu papel foi esvaziado durante a trama. “Eu detestava. Meu papel era grande, foi diminuindo. Depois, eu tava só fazendo uma massagem. Uma mulher fazia massagem em mim, mas eu não podia relaxar, porque eu tinha que continuar gravando”, contou, arrancando risadas do público. Embora tenha guardado o nome da novela para revelar fora do ar, tudo indica que ela se referia à novela “Andando nas Nuvens” (1999), na qual interpretava Gonçala, par romântico de Otávio, personagem central vivido por Marco Nanini.
O sucesso que o público LGBTQIA+ nunca esquece
Apesar da decepção com essa novela, Susana Vieira também falou sobre trabalhos que marcaram sua carreira de forma positiva. Um deles é a novela “A Sucessora” (1978), que até hoje é celebrada por muitos fãs, especialmente pela comunidade LGBTQIA+, que se encanta com sua personagem e a forma como ela é interpretada. A atriz reconhece que certos papéis ultrapassam a tela e viram verdadeiros ícones de representatividade e empoderamento, conquistando o amor do público gay que não cansa de imitar suas cenas e bordões.
Susana Vieira segue sendo uma referência para muitas pessoas LGBTQIA+, não apenas por sua carreira extensa e versátil, mas também pela espontaneidade e autenticidade com que se comunica. Ela lembra que, apesar dos altos e baixos da profissão, cada personagem traz uma oportunidade única de tocar vidas e provocar reflexões, o que é especialmente importante para uma comunidade que busca cada vez mais representatividade e visibilidade.
O impacto cultural de suas escolhas
A sinceridade de Susana Vieira ao revelar o incômodo com um papel que perdeu espaço na trama mostra que até grandes estrelas enfrentam desafios em suas trajetórias. Por outro lado, sua admiração por personagens que conquistaram o público LGBTQIA+ evidencia o poder da arte em construir pontes e afirmar identidades. Para a comunidade, figuras como Susana são mais do que artistas: são inspirações que ajudam a fortalecer a autoestima e o senso de pertencimento em um mundo que nem sempre acolhe a diversidade.
Assim, a novela que Susana detestou e as que ela ama compõem um mosaico de experiências que refletem os altos e baixos do universo artístico, sempre com a força de uma mulher que não tem medo de se posicionar. É essa coragem e transparência que fazem dela uma eterna musa para o público LGBTQIA+, que encontra nela tanto diversão quanto representatividade.
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