Acusado opta por julgamento após furtar itens com material exclusivo da diva em Atlanta, EUA
Um homem acusado de roubar material inédito relacionado à Beyoncé decidiu não aceitar um acordo judicial e vai enfrentar um julgamento em Atlanta, Estados Unidos. Kelvin Evans apareceu em audiência por videoconferência em um tribunal do Condado de Fulton e afirmou estar pronto para defender-se no tribunal.
O roubo que chocou fãs e profissionais
O caso remonta a 8 de julho de 2025, quando Evans teria invadido um Jeep Wagoneer 2024 pertencente ao coreógrafo de Beyoncé, Christopher Grant. O veículo estava estacionado na Krog Street durante um breve afastamento de Grant e do dançarino Diandre Blue.
Ao retornarem, eles encontraram o vidro traseiro do carro estilhaçado e duas malas desaparecidas. Dentro delas, estavam dois laptops MacBook, fones Apple, roupas de luxo, acessórios e, principalmente, discos rígidos que continham músicas inéditas da artista — um verdadeiro tesouro para o mundo da música.
Investigações e evidências
As autoridades usaram imagens de câmeras de segurança, impressões digitais e dados de localização de dispositivos eletrônicos para montar o caso contra Evans. Um telefonema para o 911 revelou a importância do material roubado, com um dos envolvidos ressaltando que os computadores continham informações cruciais ligadas a um cliente de destaque.
Após a prisão, Evans foi liberado mediante fiança de 20 mil dólares em outubro de 2025, mas agora, ao rejeitar o acordo, o processo segue para julgamento.
Impacto e repercussão
O episódio acende um alerta sobre a vulnerabilidade de profissionais que trabalham nos bastidores das grandes estrelas, especialmente quando se trata de conteúdos exclusivos e de alto valor. Para a comunidade LGBTQIA+, que frequentemente celebra a música e a cultura pop como formas de expressão e resistência, a proteção dessas obras é vital para preservar a representatividade e o legado artístico.
Além disso, a recusa do suspeito em aceitar o acordo mostra a complexidade das batalhas legais em torno do acesso e controle da criação artística, tema que reverbera em debates sobre direitos autorais e justiça social.
Este caso nos lembra que a arte, especialmente a que toca e inspira a comunidade LGBTQIA+, merece ser protegida não só no palco, mas também nos bastidores, reforçando o respeito e a valorização dos criadores e seus colaboradores.
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