Luana revela pressões, ameaças e risco de prostituição após falta de apoio prometido por ONG LGBT
Luana Myrto, uma jovem transgênero, abriu seu coração e expôs duras acusações contra uma organização da comunidade LGBT que a teria abandonado em um momento crucial da sua vida. Em entrevista exclusiva, ela relatou como foi enganada por promessas de apoio para continuar os estudos e ter uma vida digna, mas acabou enfrentando situações de pressão, ameaças e até o risco de prostituição.
Promessas não cumpridas e abandono
Aos 14 anos, Luana foi acolhida por uma associação LGBT que prometeu ajudá-la financeiramente e garantir um lugar seguro para morar, além de assegurar sua matrícula escolar. No entanto, segundo ela, essas promessas nunca foram cumpridas. “Me mandaram para uma casa de acolhimento, mas não me deram sequer roupas novas ou um celular, como haviam prometido. Eu queria estudar, mas me deixaram à deriva”, conta.
O abandono foi tão grave que Luana relata ter sido exposta a situações de risco e pressões psicológicas para agir de formas que não queria. “Me obrigaram a mentir dizendo que meu pai me maltratava, para justificar minha saída de casa. Isso gerou ameaças contra minha família e muita dor”, revela.
Risco de prostituição e nova esperança
Diante da falta de suporte, Luana quase foi levada à prostituição, uma realidade que, infelizmente, atinge muitas pessoas trans quando desamparadas. “Me deixaram sozinha, e a única saída parecia ser essa. Só consegui me salvar quando uma outra organização me acolheu, me ajudou a voltar para a escola e me deu o suporte que eu precisava”, afirma emocionada.
Ela ainda denuncia que alguns membros da primeira ONG agiam com interesse financeiro, usando o discurso de direitos humanos para ganhos pessoais. “Essas pessoas deveriam estar atrás das grades, porque usaram nossa luta para se beneficiar”, acusa.
Impacto e reflexões para a comunidade LGBTQIA+
O relato de Luana Myrto evidencia um problema sério dentro da própria comunidade LGBT: a falta de cuidado e responsabilidade de algumas organizações que deveriam proteger e apoiar seus membros mais vulneráveis. O abandono e as falsas promessas não apenas colocam vidas em risco, mas também mancham a luta por direitos e respeito.
É urgente que a comunidade LGBTQIA+ se una para criar redes de apoio verdadeiras, que respeitem a dignidade de cada pessoa e ofereçam suporte real, especialmente para jovens trans em situação de vulnerabilidade. A história de Luana é um chamado para refletirmos sobre ética, solidariedade e compromisso com o bem-estar coletivo.
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