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UCLA destaca cinema queer e ícones feministas em maratona imperdível

Três dias de filmes que celebram narrativas LGBTQIA+ e o poder das mulheres no cinema, em Los Angeles
UCLA destaca cinema queer e ícones feministas em maratona imperdível

Três dias de filmes que celebram narrativas LGBTQIA+ e o poder das mulheres no cinema, em Los Angeles

Prepare-se para uma imersão na história do cinema que celebra a diversidade e a força feminina. O UCLA Film & Television Archive promove uma série especial de exibições no Billy Wilder Theater, no Hammer Museum, entre os dias 31 de outubro e 2 de novembro, em Los Angeles, Estados Unidos.

Esse evento é um verdadeiro presente para a comunidade LGBTQIA+ e para quem valoriza o protagonismo das mulheres na arte cinematográfica. A programação reúne obras que desafiaram normas sociais e abriram caminhos para representar a pluralidade de gênero e sexualidade na tela grande.

Sexualidade, resistência e protagonismo feminino em destaque

A abertura do ciclo acontece na sexta-feira, 31 de outubro, com o clássico Sudden Fear (1952), um thriller noir estrelado por Joan Crawford como uma dramaturga que descobre um plano mortal do marido. Além da tensão da trama, o filme é um marco por apresentar uma performance com códigos queer e uma mulher assumindo o controle de sua própria narrativa em uma Hollywood conservadora.

Antes da exibição, o público também poderá assistir ao curta She’s Beautiful When She’s Angry (1969), que celebra o ativismo feminista, trazendo um contexto histórico envolvente para a obra principal.

No sábado, 1º de novembro, a programação segue com Brother to Brother (2004), um filme fundamental do cinema negro queer dirigido por Rodney Evans. A história acompanha um jovem artista interpretado por Anthony Mackie, que enfrenta racismo e homofobia enquanto encontra inspiração no poeta Bruce Nugent, um mentor queer da Renascença do Harlem. Essa obra, vencedora do Prêmio Especial do Júri em Sundance, é um marco da New Queer Cinema, carregada de sensibilidade e honestidade.

O público também verá o curta Portal (2022), ampliando o diálogo sobre as experiências LGBTQIA+ negras.

Encerramento com o clássico feminista Wanda

No domingo, 2 de novembro, o encerramento fica por conta de Wanda (1970), uma obra-prima do cinema feminista dirigida por Barbara Loden. O filme retrata a vida de uma mulher marginalizada com uma abordagem realista e sem filtros, um verdadeiro ato de rebeldia contra as normas da indústria na época.

A exibição será apresentada em 35mm e terá introdução de Elena Gorfinkel, autora do livro BFI Film Classics: Wanda, que também fará uma sessão de autógrafos antes da sessão. A discussão abordará o legado feminista do filme, destacando como suas temáticas de isolamento, autonomia e resistência continuam inspirando cineastas e artistas até hoje.

Essa maratona de cinema é uma oportunidade única para se conectar com narrativas que dão voz às minorias, reforçando o poder transformador da arte para a comunidade LGBTQIA+. Prepare sua agenda e venha celebrar essas histórias incríveis em Los Angeles!

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