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Vídeo homofóbico em Pride de Londres segue monetizado no YouTube

Vídeo homofóbico em Pride de Londres segue monetizado no YouTube

Influenciador recebe lucro em vídeo que zoa pessoas LGBTQ+ no Pride, mesmo após denúncias e políticas contra discurso de ódio

Um vídeo no YouTube, publicado por J2hundred no dia 8 de julho, mostra o influenciador e um amigo participando do Pride em Londres, mas com uma abordagem agressivamente troll e homofóbica. Mesmo após mais de uma semana no ar, a gravação continua disponível e gerando receita para o criador, em uma plataforma que declara não aceitar discursos de ódio.

No vídeo, que já ultrapassou 91 mil visualizações, J2hundred faz piadas de mau gosto ao questionar o gênero das pessoas LGBTQ+, substituindo intencionalmente a sigla por “LGTV” e usando termos transfóbicos. Ele se autodenomina “troll” e chega a incentivar comentários ofensivos contra a comunidade furry, grupo com forte presença queer, que foi alvo de comportamento semelhante em outro vídeo seu, recentemente removido do YouTube.

Reação da comunidade e violação das regras do YouTube

Nos comentários, seguidores reforçam o discurso de ódio com mensagens que chamam o Pride de “culto” e apoiam ataques a grupos marginalizados. Apesar da política clara do YouTube contra discurso de ódio, que proíbe conteúdos que promovam violência ou intolerância contra pessoas LGBTQ+, o vídeo permanece monetizado, sem punições visíveis até o momento.

Essa situação evidencia a fragilidade na moderação de plataformas digitais diante de ataques explícitos à comunidade LGBTQIA+. É crucial que espaços que deveriam garantir representatividade e respeito, como o YouTube, atuem com rigor para proteger a diversidade e impedir que conteúdos que incitam preconceito sejam remunerados.

Impacto para a comunidade LGBTQIA+

Vídeos como esse não apenas reproduzem preconceitos, mas também reforçam o ambiente hostil que muitas pessoas LGBTQIA+ enfrentam diariamente. A monetização desse tipo de conteúdo pode estimular outros criadores a perpetuarem discursos nocivos, o que é um retrocesso para as conquistas sociais e culturais do movimento.

Para a comunidade LGBTQIA+ que celebra o Pride como um momento de visibilidade, resistência e alegria, ver esse tipo de trollagem sendo premiada financeiramente é desanimador e reforça a urgência de ações concretas contra a intolerância digital.

Seguimos atentos e na luta para que Pride seja sinônimo de amor e respeito, e que plataformas digitais assumam responsabilidade real no combate ao discurso de ódio.

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