in

Violências sexistas e LGBTQIA+ no ambiente festivo: um alerta urgente

Mais de 80% das mulheres e pessoas não binárias sofrem agressões em festas e baladas, revela pesquisa
Violências sexistas e LGBTQIA+ no ambiente festivo: um alerta urgente

Mais de 80% das mulheres e pessoas não binárias sofrem agressões em festas e baladas, revela pesquisa

Se divertir deveria ser sinônimo de liberdade, respeito e segurança, mas para muitas mulheres, pessoas trans, não binárias e LGBTQIA+, o ambiente festivo ainda é um espaço marcado por medo, agressões e exclusão. Uma pesquisa recente da associação Consentis reforça o que tantas vivências já apontavam: baladas, bares e festivais são locais onde as violências sexistas e LGBTQIA+fóbicas acontecem com alarmante frequência.

Um cenário preocupante

De acordo com o levantamento, mais de 8 em cada 10 mulheres e pessoas não binárias já sofreram algum tipo de violência sexual nesses espaços, incluindo abordagens invasivas, assédios e até estupros, que atingem 10% das entrevistadas. Além disso, quase um quarto dos participantes relatou episódios de violência LGBTQIA+fóbica, seja verbal ou física, mostrando que o preconceito interseccional agrava ainda mais a vulnerabilidade desses grupos.

Esses dados refletem uma continuidade e agravamento de um problema já identificado em 2018, mas que permanece invisível para muitos. O que deveria ser um momento de celebração e encontro social, para essas pessoas, muitas vezes se transforma em um ambiente hostil e perigoso.

Prevenção e transformação social

Mais do que coletar números, a iniciativa da Consentis busca transformar essas informações em ações concretas. O objetivo é ampliar a conscientização, capacitar profissionais do setor da noite para lidar com essas situações e pressionar por políticas públicas que garantam a segurança e o respeito em eventos festivos. Afinal, a banalização da violência não pode continuar sendo aceita como algo natural ou inevitável.

Para as pessoas LGBTQIA+ e aliadas, essa pesquisa serve como um chamado para a reflexão e mobilização. É imprescindível que a comunidade e a sociedade em geral se unam para exigir ambientes livres de violência e discriminação, onde todos possam celebrar quem realmente são sem medo.

Reforçar a cultura do consentimento, fortalecer redes de apoio e denunciar abusos são passos fundamentais para que as festas possam voltar a ser verdadeiros espaços de alegria e inclusão.

Que tal um namorado ou um encontro quente?

Durante sua turnê Mayhem Ball, a estrela se levanta rápido e celebra a conexão com seus Little Monsters

Lady Gaga cai em show em Las Vegas, mas encanta fãs LGBTQIA+ com reação

Família conservadora busca refúgio, mas sonho vira pesadelo com alistamento no front ucraniano

Americano foge da doutrinação LGBT+ e enfrenta guerra na Rússia