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Vítima de transfobia, professora trans processa universidade e será indenizada em R$ 3 milhões

A professora transexual Rachel Tudor venceu, em última instância, processo movido contra a Southeastern Oklahoma University, nos Estados Unidos, na qual era professora. Vítima de transfobia pela instituição de ensino, a docente movia processo na justiça desde 2011 e agora, seis anos depois, a Universidade foi condenada a pagar uma indenização milionária a Rachel. A sentença foi proferida no último dia 20 de novembro, quando, em última instância, Tudor obteve vitória e será indenizada em US$ 1.165.000,00 (algo em torno de R$ 3 milhões). No processo movido, a professora acusava a instituição de desrespeitar sua identidade de gênero, impedindo o uso do seu nome social em documentos e, ainda, a forma como a direção se dirigia a ela. Segundo contou, ela era impedida de usar roupas femininas dentro da Universidade, além de ser proibida de usar banheiro feminino. Em sua decisão, o juiz utilizou como base a Lei de Direitos Civis de 1964 (época de intenso debate nos EUA sobre a questão racial e direitos dos negros), que desde 2014 passou a abranger questões relacionadas à identidade de gênero, por determinação do governo Barack Obama. Com a vitória de Donald Trump, o magnata retirou a proteção às pessoas transgêneros com base na lei dos Direitos Civis, o que fez com que a Universidade recorresse do caso, mas o magistrado manteve parecer favorável a Rachel.

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  1. No meu tempo quem tinha pinto entrava no WC masculino, e quem tinha vagina do WC feminino, hoje tá tudo virado de ponta cabeça. A pessoa se veste como quiser, mas o que vale é o sexo de nascença, e não é preconceito, é a lógica! Rogéria nunca disse que era uma mulher, ela sempre deixava claro que isso seria um desrespeito com as mulheres de verdade, ela apenas era um homem que se sentia bem com aparência feminina. Por isso era respeitada. Hoje os trans e as trans querem ser o que não são. E nunca serão!!

  2. A velha frase de Heráclito sobre a mudança continua atual. Os reacionários querem um mundo estático no espaço e no tempo. Não conseguirão. Alguns resistem a mudança, pois são incapazes de perceberem que o seu velho mundo está esclerosado.

  3. Mineiro, no teu tempo o queijo era comido só com café, hoje o povo passa doce de leite e manda vê. KIBOM que ela venceu, aço quente no cú da universidade e de todos que não fazem o menor esforço para compreender a necessidade alheia. LINDA EMANUÉLY – SEMPRE LINDA EMANUÉLY!

  4. Caro “mineiro”, vá minerar informações adequadas sobre a questão da transexualidade e identidade de gênero. E completando sobre o que é orientação afetossexual, sexo (não apenas o ato em si), preferência sexual, etc e as diferenças entre o que citei.

  5. As indenizações são ótimos instrumentos para o combate à discriminaçào e preconceito, mas não podem ser fixadas em patamares ridículos como são as nossas, sob a farsa do Judiciário protetor das elites ao dizer que não se pode criar uma indústria de indenizações. Parabéns para a Justiça americana. A Rogéria teve de se adaptar para ser aceita no seu tempo, assim como os escravos no Brasil tiveram de fazer um sincretismo religioso para sobreviver. Talvez seu maior arrependimento tenha sido o fato de nao se ter assumido completamente, ressaltando sempre seu lado Astolfo, o que manteve até o fim da vida para agradar a sociedade conservadora e à sua famíla. Mas foi uma personalidade sem igual e certamente usava banheiros de mulher, sem os preconceitos desse MIneiro.

  6. Imagina o constrangimento das mulheres em um banheiro publico quando entra um sujeito desse com cara de homem, pirocona no meio das pernas, voz grossa e se achando “mulher”, eu sairia na hora e ainda chamaria a policia pra ele.

  7. Mineiro: deixe de ser grotesco ou fanfarrão quando o assunto é sério. Banheiros femininos não têm mictórios como os que há em banheiros masculios (para seu delite, certamente!), de modo que a “pirocona” – algo que parece perturbar seu imaginário! – estará devidamente visível tão somente dentro de um espaço privado, na intimidade de uma transexual, com todo o direito de ali estar.

  8. A Rogéria se auto intitulava “a travesti da família brasileira” , portanto agia de acordo, para agradar a família brasileira.Mas foi sem dúvida uma guerreira, figura das mais importantes para ajudar na visibilidade lgbt; O Mineiro quer causar, tadinho.Ele é mal resolvido mesmo, gay qdo vem com conversa de :”por essa mulher eu viraria hetero” ,igual ele comentou uma vez, pode saber q é gay mal resolvido e problemático.

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