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vivt3 — Vivo vê espaço para subir pré-pago

vivt3 — Vivo vê espaço para subir pré-pago

A Telefônica Brasil afirmou que ainda pode reajustar planos móveis em 2026. Saiba o que mudou no pré-pago e o impacto no bolso.

A vivt3, ação da Telefônica Brasil na B3, entrou no radar de buscas nesta segunda-feira (11) depois que a dona da Vivo afirmou, em teleconferência com analistas em São Paulo, que ainda vê espaço para aumentar preços no serviço móvel pré-pago ao longo de 2026. A fala foi feita pelo CEO Christian Gebara ao comentar os resultados do primeiro trimestre.

O assunto ganhou tração no Brasil porque mexe com duas frentes muito sensíveis ao público: o desempenho de uma das maiores teles do país e o custo da conectividade no dia a dia. Em um cenário em que celular e internet são ferramentas básicas para trabalho, estudo, paquera, segurança e acesso a serviços, qualquer sinal de reajuste chama atenção imediata — especialmente entre consumidores que dependem de recargas e planos mais enxutos.

Por que vivt3 está em alta nas buscas?

O interesse por vivt3 cresceu após a Telefônica Brasil indicar que pode elevar preços no pré-pago móvel ainda este ano. Segundo Christian Gebara, a companhia acredita que há espaço para esse movimento e vem mudando a estratégia comercial, com maior foco em tarifa mensal. O executivo também disse que a empresa não está oferecendo WhatsApp incluído, apontando esse tipo de benefício como uma forma de monetização da base pré-paga.

De acordo com o CEO, a receita do pré-pago recuou 1% no primeiro trimestre de 2026 na comparação com igual período de 2025. Ainda assim, ele destacou que essa queda foi menor do que em ritmos anteriores, o que sugere uma desaceleração na perda de receita desse segmento.

A empresa também detalhou que, no segmento híbrido, os reajustes foram aplicados em abril para cerca de 76% da base de clientes, com expectativa de aumento para o restante em agosto. No pós-pago, a lógica foi semelhante: aproximadamente 80% da base recebeu reajuste em abril, e o restante pode ser reajustado em agosto.

O que a Vivo disse sobre preços e cenário econômico?

Na teleconferência, Gebara foi questionado sobre possíveis efeitos do ambiente geopolítico e da alta do petróleo sobre a operação da companhia. A resposta foi direta:

“Por enquanto, o cenário macro não está impactando o nosso negócio.”

Segundo ele, isso vale inclusive para indicadores como inadimplência.

Essa sinalização é relevante para o mercado porque mostra que, ao menos neste momento, a Telefônica Brasil não vê deterioração operacional ligada às tensões internacionais. Para investidores, isso ajuda a explicar parte do interesse pelas ações da companhia. Para consumidores, porém, o ponto mais concreto segue sendo outro: a possibilidade de pagar mais caro por serviços móveis, sobretudo no pré-pago.

Venda de cobre também ajudou a chamar atenção

Outro tema citado pela companhia foi a venda de cabos de cobre, uma receita ligada à migração da empresa do regime de concessão para o de autorização na telefonia fixa. A Telefônica Brasil informou ter vendido R$ 86 milhões em cobre no primeiro trimestre de 2026, acima dos R$ 23 milhões registrados no mesmo período de 2025.

Segundo Gebara, as vendas precisaram ser praticamente interrompidas entre janeiro e março por causa de uma mudança tributária temporária. A empresa extraiu o cobre, mas não conseguiu vender no ritmo esperado naquele momento. Com a reversão dessa alteração, a expectativa é de avanço nas vendas a partir do segundo trimestre.

Como isso afeta consumidores no Brasil?

Embora a notícia tenha nascido no noticiário de mercado, ela conversa diretamente com a vida real. O pré-pago ainda é uma porta de entrada importante para milhões de brasileiros, inclusive jovens, trabalhadores informais e pessoas que precisam controlar gastos com mais rigidez. Quando uma grande operadora sinaliza reajustes, o impacto potencial vai além da Bolsa.

Para a comunidade LGBTQ+, esse debate também importa. O celular é, muitas vezes, uma ferramenta de autonomia, acolhimento e proteção — seja para acessar redes de apoio, aplicativos, informação em saúde, vagas de trabalho ou serviços públicos. Planos mais caros podem ampliar barreiras digitais justamente para quem já enfrenta desigualdades de renda e acesso.

Na avaliação da redação do A Capa, o movimento da Telefônica Brasil evidencia uma tensão cada vez mais presente no setor: de um lado, empresas buscam monetizar melhor suas bases; de outro, consumidores seguem pressionados pelo custo de vida. Em um país onde conectividade virou infraestrutura social básica, reajustes em planos móveis não deveriam ser tratados apenas como dado financeiro, mas também como questão de acesso.

Perguntas Frequentes

O que é vivt3?

VIVT3 é o código das ações ordinárias da Telefônica Brasil, empresa controladora da marca Vivo, negociadas na B3.

A Vivo já confirmou aumento no pré-pago?

A empresa afirmou que vê espaço para subir preços no pré-pago em 2026, mas não detalhou nesta fala quais reajustes serão aplicados nem quando exatamente.

O cenário internacional está afetando a Telefônica Brasil?

Segundo o CEO Christian Gebara, por enquanto o cenário macro e geopolítico não está impactando os negócios da companhia, inclusive em inadimplência.


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