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Ye é condenado a pagar R$ 700 mil a contratado por acidente em mansão

Ye é condenado a pagar R$ 700 mil a contratado por acidente em mansão

Rapper terá que indenizar trabalhador ferido em obra de mansão em Malibu, apesar de rejeição de outras acusações

O rapper Ye, conhecido anteriormente como Kanye West, foi condenado por um júri a pagar cerca de R$ 700 mil a um contratado que sofreu um acidente durante a reforma da mansão do artista em Malibu, nos Estados Unidos. A decisão, tomada em 11 de março de 2026, representa apenas uma fração do valor original da ação, que era de R$ 8,5 milhões.

O contratado Tony Saxon entrou com o processo em setembro de 2023, alegando violações trabalhistas, falta de pagamento e discriminação por deficiência. Contudo, o júri rejeitou a maior parte das acusações, concedendo apenas uma indenização relacionada aos ferimentos sofridos por Saxon durante os trabalhos na propriedade.

Detalhes do caso e polêmicas

Segundo o processo, Saxon foi demitido após apenas sete semanas de trabalho e uma única remuneração, por não aceitar algumas solicitações consideradas perigosas feitas por Ye. Durante o período em que esteve na mansão, ele afirma ter sido severamente ferido e ter tido que dormir no chão, dentro de um saco de dormir, enquanto atuava como segurança no local.

Ye negou todas as acusações, inclusive afirmando que Saxon não sofreu qualquer dano ou prejuízo em decorrência de suas ações. Durante o julgamento, o rapper prestou depoimento com respostas curtas e demonstrou sinais de cansaço, o que chamou a atenção da mídia.

Consequências e desdobramentos futuros

Além da indenização de R$ 700 mil, Ye terá que arcar com os custos legais do contratado, o que pode elevar a quantia final para mais de R$ 5 milhões. A equipe de Saxon celebrou o veredito como uma vitória significativa contra uma das maiores celebridades do mundo.

Vale destacar que o processo não encerra a disputa judicial entre as partes. Em janeiro, Ye iniciou uma ação contra Saxon e seus advogados devido a uma garantia judicial irregular colocada sobre a mansão, que atrapalhou a venda do imóvel e causou prejuízos financeiros ao rapper.

A mansão em questão, avaliada originalmente em R$ 320 milhões, foi reformada por Ye com a intenção de transformá-la em um “abrigo anti-bombas”. Contudo, após anos de obras e problemas, o imóvel foi vendido por cerca de R$ 120 milhões, um valor muito abaixo do esperado, para um investidor que agora enfrenta dificuldades financeiras relacionadas ao imóvel.

Este episódio evidencia os desafios e tensões que podem surgir quando celebridades lidam com grandes projetos pessoais e equipes de trabalho, especialmente em um ambiente tão complexo quanto o da indústria do entretenimento e construção de luxo.

Para a comunidade LGBTQIA+, acompanhar casos como o de Ye e Tony Saxon é um lembrete da importância da justiça e da defesa dos direitos trabalhistas, mesmo diante de figuras públicas poderosas. Além disso, o episódio reforça a necessidade de empatia e apoio às pessoas que, muitas vezes, enfrentam condições adversas e abusivas no mercado de trabalho. Em um mundo que busca mais inclusão e respeito, essas histórias nos convidam a refletir sobre o equilíbrio entre fama, poder e humanidade.

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