Mais um homossexual foi condenado à morte no Irã. Acusado de sodomia, Ebrahim Hamidi, natural da cidade de Tabriz, foi torturado e forçado a confessar atos homossexuais, que são considerados crime no país.
De acordo com Saghi Ghahramani, advogado da Associação de Defesa dos Gays Iranianos, apesar da condenação, Ebrahim Hamidi é um privilegiado. O rapaz é "atualmente o único jovem acusado de sodomia e condenado à morte que tem a sorte de ter um advogado e seus pais para apoiá-lo nesta questão".
Segundo Saghi, há outros cinco rapazes que estão sujeitos à pena de morte no país e que não têm advogados. No ano passado, em novembro, outro jovem foi preso e condenado no Irã sob a mesma acusação.
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